Que fatia da população mexicana de 65 anos ou mais recebe a Pensión Bienestar, nos anos em que a fonte publica um total confiável de beneficiários.
Os derechohabientes divididos pela população mexicana de 65 anos ou mais no mesmo ano (CONAPO, projeções oficiais, meio do ano).
A régua de hoje aplicada ao passado subestima os anos antigos. Até agosto de 2021 o programa só era universal para quem morava em localidade indígena; o resto do país precisava ter 68 anos. Dividir pela população de 65+ em 2016–2020 mede contra um público maior do que o programa se propunha a atender naquele momento — a cobertura real do público-alvo da época era mais alta do que esta série mostra. A partir de 2022 a régua e o público-alvo coincidem.
2021 passa de 100%. O corte de derechohabientes usado aqui é de perto do fim de 2021 — depois da universalização de agosto —, e a projeção da CONAPO para a população de 65 anos ou mais naquele ano (10,03 milhões) fica abaixo do padrón declarado (10,32 milhões). É a fonte, não um erro de conta: o padrón inchou rápido com a mudança de regra, num ritmo que a projeção demográfica não capta no mesmo ano. Leia como "perto de todo mundo", não como um número exato acima de 100%.
A idade mínima caiu de 68 para 65 em agosto de 2021. Entre 2019 e meados de 2021 o programa tinha dois níveis: 65 anos para quem morava em localidade indígena, 68 para o resto (com um grupo de 65 a 67 anos já cadastrado permanecendo no padrón). O salto de derechohabientes de 2020 para 2021, de 8,1 para 10,3 milhões entre os cortes de dezembro — a maior alta de toda a série —, é esse alargamento, não uma falha de cadastro.
O denominador é a projeção, não o censo do ano. A CONAPO projeta a população por idade simples a partir do último censo; é a mesma base que o SESNSP declara nas taxas de criminalidade por 100 mil habitantes.
| Período | Cobertura | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2021 | 102,9% | +20,7 p.p. |
| 2020 | 82,3% | +4,3 p.p. |
| 2019 | 77,9% | +20,6 p.p. |
| 2017 | 57,3% | −5,8 p.p. |
| 2016 | 63,1% | — |