Quanto a Guiana vendeu em petróleo cru a cada trimestre — de zero, antes de dezembro de 2019, a mais de 90% de tudo que o país exporta.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O valor em dólares do petróleo cru que a Guiana exportou a cada trimestre, na Tab. 8.2(b) ("Domestic Exports", coluna "Crude Oil") do Quarterly Report & Statistical Bulletin do Bank of Guyana (BoG).
De zero a quase tudo, em seis anos. Antes de dezembro de 2019 a coluna "Crude Oil" da balança comercial da Guiana era zero: o país vivia de ouro, açúcar, arroz, bauxita e madeira. O primeiro ano cheio de produção, 2020, já fechou em US$ 1.064,1 milhões — em plena pandemia, com o preço do barril no chão. Dali a exportação de petróleo disparou com cada nova plataforma do bloco Stabroek entrando em operação (a Liza Unity em 2022, a Prosperity no fim de 2023, a One Guyana em 2025): US$ 9.853,8 milhões em 2022, US$ 17.991,2 milhões em 2024. O 1º trimestre de 2026 sozinho já exportou US$ 4.551,8 milhões em petróleo — mais do que o país inteiro exportou de tudo em 2020.
Quem produz. O petróleo sai do bloco Stabroek, no mar, operado por um consórcio liderado pela ExxonMobil (com a Hess e a CNOOC), sob um contrato de partilha de produção com o governo da Guiana — não uma estatal local, ao contrário da PDVSA venezuelana. A receita de exportação aqui é a venda do óleo bruto pelo consórcio; a parte que fica com o país entra por royalty e pela divisão do petróleo-lucro, recolhida no Natural Resource Fund, não por esta linha da balança comercial.
Por que trimestral, e a partir de 2020. O boletim só abre "Domestic Exports" por produto em trimestre a partir de 2021; o ano de 2020 — o primeiro ano cheio de petróleo — vem de uma edição mais antiga do mesmo boletim (que ainda o trazia trimestral), antes de a série recuar para uma única linha anual. A soma dos quatro trimestres de cada ano bate com o total de exportação que o Bureau of Statistics publica; é a conferência que a ingestão faz antes de gravar.
Receita, não produção. A métrica mede quanto entrou em dólares pela venda do petróleo, não quantos barris saíram — depende de preço e de volume ao mesmo tempo. Ver também exportações não petroleiras e participação do petróleo.
| Período | Exportações de petróleo | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 1º tri 2026preliminar | US$ 4,6 bi | −11,6% |
| 4º tri 2025 | US$ 5,1 bi | +17,4% |
| 3º tri 2025 | US$ 4,4 bi | +9,0% |
| 2º tri 2025 | US$ 4,0 bi | −5,2% |
| 1º tri 2025 | US$ 4,2 bi | −3,8% |
| 4º tri 2024 | US$ 4,4 bi | +6,6% |
| 3º tri 2024 | US$ 4,1 bi | −15,5% |
| 2º tri 2024 | US$ 4,9 bi | +8,1% |
| 1º tri 2024 | US$ 4,5 bi | +37,1% |
| 4º tri 2023 | US$ 3,3 bi | +14,8% |
| 3º tri 2023 | US$ 2,9 bi | +6,0% |
| 2º tri 2023 | US$ 2,7 bi | +1,5% |
| 1º tri 2023 | US$ 2,7 bi | −7,0% |
| 4º tri 2022 | US$ 2,9 bi | −14,4% |
| 3º tri 2022 | US$ 3,4 bi | +32,0% |
| 2º tri 2022 | US$ 2,5 bi | +139,2% |
| 1º tri 2022 | US$ 1,1 bi | +34,1% |
| 4º tri 2021 | US$ 794,4 mi | −10,2% |
| 3º tri 2021 | US$ 884,4 mi | +43,8% |
| 2º tri 2021 | US$ 615,0 mi | −9,8% |
| 1º tri 2021 | US$ 681,6 mi | +66,1% |
| 4º tri 2020 | US$ 410,4 mi | +90,7% |
| 3º tri 2020 | US$ 215,2 mi | +12,6% |
| 2º tri 2020 | US$ 191,1 mi | −22,7% |
| 1º tri 2020 | US$ 247,3 mi | — |