O que a Guiana vende ao exterior fora o petróleo — ouro (o segundo maior produto, de longe), bauxita, açúcar, arroz, madeira e camarão — a cada trimestre.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O valor em dólares de tudo que a Guiana exportou fora o petróleo cru a cada trimestre: total de exportação de bens (Tab. 8.4(b), "Visible Trade", inclui reexportação) menos a coluna "Crude Oil" da Tab. 8.2(b).
Ouro é o segundo produto, de longe. Entre o que resta, o ouro domina: US$ 338,2 milhões no 1º trimestre de 2026, contra dezenas de milhões cada de bauxita (US$ 38,3 mi), rice (US$ 33,3 mi), sugar (US$ 4,6 mi), timber (US$ 4,1 mi) e camarão. A Guiana também nunca deixou de exportar ouro em quantidade — é o produto que sustentava a pauta de exportação antes do petróleo, boa parte dele saindo de garimpo de pequena escala.
Cresceu bem menos que a petroleira, mas cresceu. No 1º trimestre de 2020 a exportação não petroleira somava US$ 365,1 milhões; no 4º trimestre de 2025 chegou a US$ 887,8 milhões — mais que o dobro, puxada sobretudo pelo próprio ouro, cujo preço subiu no mesmo período. Ainda assim, em nenhum trimestre da série ela chegou perto do que a Guiana inteira exportava por ANO antes do petróleo (US$ 1.421,6 milhões em 2016): a economia não ficou menos dependente de poucos produtos, só trocou quais.
A régua da dependência. É o denominador que falta em participação do petróleo nas exportações: quanto menor esta fatia diante da petroleira, mais a receita externa do país depende de um produto só.
Mesma fonte, mesma ressalva de série: a partir de 2021 vem da Tab. 8.4(b)/8.2(b) trimestral da edição de março de 2026; 2020 vem da edição de março de 2021, antes de o boletim recuar essa granularidade para anual.
| Período | Exportações não petroleiras | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 1º tri 2026preliminar | US$ 486,8 mi | −45,2% |
| 4º tri 2025 | US$ 887,8 mi | +66,5% |
| 3º tri 2025 | US$ 533,3 mi | +7,3% |
| 2º tri 2025 | US$ 496,8 mi | +17,4% |
| 1º tri 2025 | US$ 423,2 mi | −19,1% |
| 4º tri 2024 | US$ 523,3 mi | +15,4% |
| 3º tri 2024 | US$ 453,4 mi | +2,9% |
| 2º tri 2024 | US$ 440,5 mi | +16,8% |
| 1º tri 2024 | US$ 377,1 mi | −25,6% |
| 4º tri 2023 | US$ 507,1 mi | +11,1% |
| 3º tri 2023 | US$ 456,6 mi | +31,4% |
| 2º tri 2023 | US$ 347,4 mi | +9,4% |
| 1º tri 2023 | US$ 317,5 mi | −13,4% |
| 4º tri 2022 | US$ 366,7 mi | +14,9% |
| 3º tri 2022 | US$ 319,1 mi | −27,4% |
| 2º tri 2022 | US$ 439,5 mi | +45,5% |
| 1º tri 2022 | US$ 302,0 mi | −19,1% |
| 4º tri 2021 | US$ 373,4 mi | +32,6% |
| 3º tri 2021 | US$ 281,6 mi | −31,4% |
| 2º tri 2021 | US$ 410,4 mi | +30,2% |
| 1º tri 2021 | US$ 315,2 mi | −23,4% |
| 4º tri 2020 | US$ 411,7 mi | +31,7% |
| 3º tri 2020 | US$ 312,6 mi | −28,0% |
| 2º tri 2020 | US$ 434,0 mi | +18,9% |
| 1º tri 2020 | US$ 365,1 mi | — |