Vítimas de homicídio doloso reportadas por Geórgia à ONU pelo questionário UN-CTS.
Vítimas de homicídio doloso que Geórgia reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) — e, nos anos sem questionário, pelo registro do órgão nacional (polícia, ministério ou instituto de estatística) que a UNODC republica, lido pela API do SDG Indicators Database — o mesmo tipo de registro policial do Suriname. A cobertura é esparsa: só os anos em que o país respondeu ao questionário entram.
Registro policial não é comparável entre países. O próprio Eurostat avisa: cada país tem sua própria definição penal do crime (o que conta como "agressão grave" numa lei não é o mesmo tipo penal noutra) e sua própria propensão a registrar — onde a confiança na polícia é maior, mais gente faz boletim de ocorrência para o mesmo crime real. Uma taxa mais alta pode ser mais crime, mais denúncia, ou uma lei mais abrangente; compare a tendência de um país ao longo do tempo, não o nível entre países.
O ponto de 2016 (39 vítimas) é o que a Geórgia respondeu ao questionário UN-CTS e fica fora da tendência dos vizinhos — 91 em 2017, pelo Ministério do Interior, e 89 em 2018, de novo pelo questionário. A UNODC publica como recebeu.
| Período | Homicídios (registro policial) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2019 | 77 | −13,5% |
| 2018 | 89 | −2,2% |
| 2017 | 91 | +133,3% |
| 2016 | 39 | −79,1% |
| 2010 | 187 | −11,0% |
| 2009 | 210 | −20,2% |
| 2008 | 263 | −20,3% |
| 2007 | 330 | +2,2% |
| 2006 | 323 | −19,9% |
| 2005 | 403 | +35,2% |
| 2004 | 298 | — |