Quanto o Equador vendeu em petróleo cru e derivados a cada mês — a fatia mais sensível ao preço internacional e à produção dos campos, mesmo já não sendo a maior parte do que o país exporta.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O valor em dólares do petróleo cru e dos derivados que o Equador exportou a cada mês, na balança comercial do Banco Central del Ecuador (BCE, anexo 3.2.3 da Información Estadística Mensual).
De US$ 8,6 bilhões em 2021 a US$ 7,8 bilhões em 2025, sem trajetória única. O ano de maior exportação petroleira do período coberto foi 2022 (US$ 11,6 bilhões, empurrado pelo preço do petróleo pós-pandemia); o de menor foi 2025 (US$ 7,8 bilhões). No meio do caminho, julho de 2025 teve o mês mais fraco de toda a série: US$ 172,6 milhões, uma fração do que os meses vizinhos exportaram — o boletim do BCE não detalha a causa mês a mês, então o número fica registrado sem atribuição de motivo.
De quase metade das exportações, nos anos 2010, a cerca de um quinto hoje. O Banco Mundial mede a mesma ideia com uma régua mais longa (TX.VAL.FUEL.ZS.UN, "fuels" no sistema SITC, 1962-2024): na década de 2010 o petróleo respondeu, em média, por 46% do que o Equador exportou, com pico de 57,8% em 2012; em 2024 essa fatia já tinha caído para 27,5%, e a série do BCE usada aqui mostra 20,9% em 2025 — menos da metade do peso que tinha treze anos antes. A causa não é uma única crise: campos maduros produzindo menos, preço do petróleo mais baixo que no superciclo de commodities de 2010-2014, e uma exportação não petroleira (camarão, banana, cacau) que cresceu mais rápido que a petroleira no mesmo período.
Por que mensal, e não só anual. O mesmo anexo do BCE publica os dois: a série anual serve de conferência (a soma dos 12 meses de 2024 e de 2025 reproduz exatamente o valor anual publicado), e é a mensal que chega mais perto do presente — até julho de 2026, US$ 804 milhões naquele mês.
Receita, não produção. Esta métrica mede quanto o Equador recebeu em dólares pela venda de petróleo, não quantos barris produziu — depende de preço e volume ao mesmo tempo. Ver participação do petróleo nas exportações para o tamanho relativo, e exportações não petroleiras para o resto do que o país vende ao exterior.
| Período | Exportações de petróleo | vs. período anterior |
|---|---|---|
| jul/2026preliminar | US$ 804 mi | −7,1% |
| jun/2026preliminar | US$ 866 mi | −19,0% |
| mai/2026preliminar | US$ 1,1 bi | +19,0% |
| abr/2026preliminar | US$ 898 mi | −5,4% |
| mar/2026preliminar | US$ 949 mi | +79,3% |
| fev/2026preliminar | US$ 529 mi | −13,2% |
| jan/2026preliminar | US$ 610 mi | +7,6% |
| dez/2025preliminar | US$ 566 mi | −11,4% |
| nov/2025preliminar | US$ 639 mi | +0,2% |
| out/2025preliminar | US$ 638 mi | −1,7% |
| set/2025preliminar | US$ 649 mi | −14,9% |
| ago/2025preliminar | US$ 762 mi | +341,7% |
| jul/2025preliminar | US$ 173 mi | −79,4% |
| jun/2025preliminar | US$ 839 mi | +38,4% |
| mai/2025preliminar | US$ 607 mi | −2,6% |
| abr/2025preliminar | US$ 623 mi | −14,9% |
| mar/2025preliminar | US$ 732 mi | +13,7% |
| fev/2025preliminar | US$ 644 mi | −26,6% |
| jan/2025preliminar | US$ 877 mi | +23,9% |
| dez/2024preliminar | US$ 708 mi | +12,3% |
| nov/2024preliminar | US$ 630 mi | −25,8% |
| out/2024preliminar | US$ 849 mi | +23,3% |
| set/2024preliminar | US$ 689 mi | −24,5% |
| ago/2024preliminar | US$ 912 mi | +14,9% |
| jul/2024preliminar | US$ 794 mi | +18,9% |
| jun/2024preliminar | US$ 668 mi | −26,4% |
| mai/2024preliminar | US$ 907 mi | +1,1% |
| abr/2024preliminar | US$ 898 mi | +2,1% |
| mar/2024preliminar | US$ 879 mi | +15,1% |
| fev/2024preliminar | US$ 764 mi | −12,6% |
| jan/2024preliminar | US$ 874 mi | — |