Homicídios em que a declaração de óbito registra arma de fogo como o meio.
Homicídios em que a declaração de óbito registra arma de fogo como o meio (CID-10 X93-X95).
Só a base bruta da Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database) separa o meio — arma de fogo — e a intervenção legal, com o código CID-10 de quatro dígitos que o Eurostat não abre; por isso este indicador usa a OMS em vez do Eurostat, mesmo do Egito publicando os grandes capítulos da causa (homicídio, suicídio, indeterminada) no Eurostat também.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil: microdados brutos em CID-10 que Egito transmite à Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database), com o código de quatro dígitos que separa o meio (arma de fogo) e a intervenção legal.
A cobertura do registro de óbito varia entre 82.7% e 100% durante o período publicado (2000-2019, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial): anos com cobertura mais baixa subestimam a mortalidade real, inclusive a violenta.
Boa parte das mortes violentas do Egito entra como "intenção indeterminada" (ver mortes violentas por causa indeterminada), não como homicídio ou suicídio — um traço da perícia local, não uma lacuna de leitura. Em 2019, a intenção indeterminada (4767) superou homicídio e suicídio somados (168): o número abaixo provavelmente subestima o total real de mortes violentas intencionais.
| Período | Homicídios a tiro | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2019 | 23 | −25,8% |
| 2018 | 31 | −87,3% |
| 2017 | 244 | +300,0% |
| 2016 | 61 | −18,7% |
| 2015 | 75 | −27,9% |
| 2014 | 104 | −43,8% |
| 2013 | 185 | +20,9% |
| 2012 | 153 | +15,9% |
| 2011 | 132 | +300,0% |
| 2010 | 33 | +6,5% |
| 2009 | 31 | +121,4% |
| 2008 | 14 | −33,3% |
| 2007 | 21 | −16,0% |
| 2006 | 25 | +25,0% |
| 2005 | 20 | +42,9% |
| 2004 | 14 | −17,6% |
| 2003 | 17 | −58,5% |
| 2002 | 41 | +156,3% |
| 2001 | 16 | 0,0% |
| 2000 | 16 | — |