Vítimas de homicídio doloso reportadas por Coreia do Sul à ONU pelo questionário UN-CTS.
Vítimas de homicídio doloso que Coreia do Sul reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) — e, nos anos sem questionário, pelo registro do órgão nacional (polícia, ministério ou instituto de estatística) que a UNODC republica, lido pela API do SDG Indicators Database — o mesmo tipo de registro policial do Suriname. A cobertura é esparsa: só os anos em que o país respondeu ao questionário entram.
Registro policial não é comparável entre países. O próprio Eurostat avisa: cada país tem sua própria definição penal do crime (o que conta como "agressão grave" numa lei não é o mesmo tipo penal noutra) e sua própria propensão a registrar — onde a confiança na polícia é maior, mais gente faz boletim de ocorrência para o mesmo crime real. Uma taxa mais alta pode ser mais crime, mais denúncia, ou uma lei mais abrangente; compare a tendência de um país ao longo do tempo, não o nível entre países.
| Período | Homicídios (registro policial) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 253 | +2,4% |
| 2023 | 247 | −3,9% |
| 2022 | 257 | +4,9% |
| 2021 | 245 | −20,5% |
| 2020 | 308 | +3,7% |
| 2019 | 297 | −3,9% |
| 2018 | 309 | +2,7% |
| 2017 | 301 | −15,4% |
| 2016 | 356 | −5,1% |
| 2015 | 375 | −0,5% |
| 2014 | 377 | +7,1% |
| 2013 | 352 | −19,1% |
| 2012 | 435 | +7,9% |
| 2011 | 403 | — |