Fatia da população colombiana cuja renda per capita não alcança o custo da linha de pobreza, pela GEIH do DANE.
A pobreza monetária compara a renda do domicílio, dividida pelo número de moradores, com o custo per capita de uma cesta de bens e serviços básicos (a linha de pobreza). Quem fica abaixo é considerado pobre. Em 2025 a linha de pobreza nacional foi de COP 482.041 por pessoa ao mês; quem ganhava menos que isso, per capita, entrava na conta.
A série caiu de 41,0% (2012) para 28,0% (2025), com um pico bem marcado em 2020: a pandemia levou a taxa a 43,1%, o maior valor da série, revertendo de um só golpe quase uma década de queda. Em 2022 a taxa voltou ao nível de 2019 (36,6% contra 36,5%) e caiu todos os anos desde então.
"Act.Met." é a metodologia atualizada. Em 2022 o DANE reformulou a Gran Encuesta Integrada de Hogares (questionário alinhado às recomendações da OIT, amostra redesenhada com o Censo Nacional de Población y Vivienda de 2018) e recalculou a série inteira, 2012 em diante, com o padrão novo — é essa série retropolada que está aqui. Números de pobreza publicados pela imprensa antes da reforma (metodologia anterior à de 2022) não batem com os daqui, mesmo comparando o mesmo ano: é outro cálculo, não uma correção pequena.
A régua é por pessoa, não por domicílio. O DANE divide o ingresso do domicílio pelo número de moradores e compara esse valor per capita com o custo de uma cesta (a linha de pobreza). Isso é diferente do que a Venezuela publica sob o mesmo nome de família aqui no site: o INE venezuelano mede domicílios, não pessoas — os dois números não são comparáveis entre si, e por isso o nome de cada indicador diz "pessoas".
Ver também a pobreza extrema, o subconjunto mais pobre desta mesma população.
| Período | Pobreza | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025 | 28,0% | −3,8 p.p. |
| 2024 | 31,8% | −2,8 p.p. |
| 2023 | 34,6% | −2,0 p.p. |
| 2022 | 36,6% | −3,1 p.p. |
| 2021 | 39,7% | −3,4 p.p. |
| 2020 | 43,1% | +6,6 p.p. |
| 2019 | 36,5% | +1,0 p.p. |
| 2018 | 35,5% | −0,4 p.p. |
| 2017 | 35,9% | −0,9 p.p. |
| 2016 | 36,8% | 0,0 p.p. |
| 2015 | 36,8% | −0,2 p.p. |
| 2014 | 37,0% | −1,7 p.p. |
| 2013 | 38,7% | −2,3 p.p. |
| 2012 | 41,0% | — |