Vítimas de homicídio intencional cometido durante um assalto: 549 em 2025, 4% das mortes.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
Vítimas de homicídio intencional que a Polícia registra com a modalidade atraco (assalto): a morte durante um roubo, o que no Brasil se chama latrocínio.
É uma parte do homicídio, não uma soma. No Brasil o latrocínio é crime contra o patrimônio e fica fora do homicídio doloso; na Colômbia ele está dentro do total de homicídios, como na Argentina.
A série é pequena perto do total: 975 vítimas em 2005, o pico, e 523 em 2024, o menor valor. Em 2025 foram 549, menos de 4% dos homicídios. Na Argentina a mesma parcela passa de 15%. Na Colômbia a modalidade que domina é o sicariato, o assassinato por encomenda, com dois de cada três homicídios.
A modalidade é a que a Polícia registra no boletim, antes da investigação, e uma parte dos casos fica como "não informada" ou "por estabelecer".
O número é registro policial. Vem do SIEDCO, o sistema de estatística criminal da Polícia Nacional, que o Ministério da Defesa publica todo mês no portal de dados abertos do governo colombiano. O ano mais recente ainda sobe nos meses seguintes, conforme entram registros atrasados: os homicídios de 2024 anunciados em janeiro de 2025 eram 13.341, e hoje são 13.497.
| Período | Em roubo | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 549 | +5,0% |
| 2024 | 523 | −21,7% |
| 2023 | 668 | +4,4% |
| 2022 | 640 | −20,0% |
| 2021 | 800 | +22,0% |
| 2020 | 656 | −6,6% |
| 2019 | 702 | −7,4% |
| 2018 | 758 | +10,7% |
| 2017 | 685 | +9,4% |
| 2016 | 626 | −3,4% |
| 2015 | 648 | +18,9% |
| 2014 | 545 | −5,5% |
| 2013 | 577 | −13,9% |
| 2012 | 670 | −1,9% |
| 2011 | 683 | −15,8% |
| 2010 | 811 | +2,9% |
| 2009 | 788 | +3,7% |
| 2008 | 760 | −5,8% |
| 2007 | 807 | −5,9% |
| 2006 | 858 | −12,0% |
| 2005 | 975 | +1,1% |
| 2004 | 964 | +17,7% |
| 2003 | 819 | — |