Vítimas de hurto na rua, no transporte ou em qualquer lugar fora de casa: 289 mil em 2025.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
Vítimas de hurto a pessoas: tomar os bens que a pessoa leva consigo, como celular, carteira ou bolsa, na rua, no transporte público ou em qualquer lugar.
Hurto não é o mesmo que furto. O Código Penal colombiano (art. 239) chama de hurto toda subtração de coisa alheia, com ou sem violência; a violência e a ameaça são agravantes (art. 240), não um crime separado como o roubo no Brasil. Por isso esta série não tem par direto nos roubos e furtos argentinos.
Foram 257 mil em 2018, 208 mil em 2020, com a quarentena, e 391 mil em 2023, o pico. Caiu em 2024 e em 2025, para 289 mil.
Registro não é crime confirmado, e crime não registrado não aparece. A série mede o que chega à polícia, e na Colômbia isso mudou de patamar três vezes em pouco tempo: os registros sobem de uma vez em janeiro de 2015, em janeiro de 2016 e em agosto de 2017, um mês depois do lançamento da denúncia pela internet ("¡A Denunciar!", em 26 de julho de 2017). Por isso a série começa em 2018, o primeiro ano inteiro depois da última mudança.
O número é registro policial. Vem do SIEDCO, o sistema de estatística criminal da Polícia Nacional, que o Ministério da Defesa publica todo mês no portal de dados abertos do governo colombiano. O ano mais recente ainda sobe nos meses seguintes, conforme entram registros atrasados: os homicídios de 2024 anunciados em janeiro de 2025 eram 13.341, e hoje são 13.497.
| Período | Hurtos a pessoas | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | 289.374 | −8,5% |
| 2024 | 316.216 | −19,1% |
| 2023 | 391.005 | +11,2% |
| 2022 | 351.680 | +25,0% |
| 2021 | 281.416 | +35,3% |
| 2020 | 208.037 | −32,2% |
| 2019 | 306.836 | +19,4% |
| 2018 | 257.069 | — |