Casos de roubo (抢劫) registrados pela polícia: 5.524 em 2024, um décimo do de 2016.
Casos de roubo — subtração com violência ou grave ameaça — que a polícia chinesa registra.
Caiu 91% em oito anos: de 61,4 mil em 2016 para 5,5 mil em 2024. É uma queda muito mais acentuada que a de qualquer um dos outros três países: nos Estados Unidos e na Argentina o roubo oscila com a economia, sem uma tendência de queda tão reta.
Vigilância urbana (câmeras, reconhecimento facial), a virada para o pagamento digital — que deixou pouco dinheiro físico circulando na rua — e a repressão policial são as explicações mais citadas para a queda; nenhuma delas é uma conferência que este script possa fazer.
Registro não é crime confirmado, e crime não registrado não aparece. A série mede o que a polícia chinesa registra e classifica; mudança de critério, campanha de repressão ou vigilância movem o número sem que a violência real tenha mudado na mesma proporção.
O número é registro policial do Bureau Nacional de Estatística (NBS), uma das dez categorias de caso criminal que o instituto soma no total anual, lida pelo espelho do DBnomics — o banco do NBS recusa consulta de fora da China.
| Período | Roubos | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 5.524 | −18,2% |
| 2023 | 6.751 | −0,7% |
| 2022 | 6.797 | −29,9% |
| 2021 | 9.700 | −14,2% |
| 2020 | 11.303 | −33,9% |
| 2019 | 17.106 | −32,7% |
| 2018 | 25.413 | −35,2% |
| 2017 | 39.230 | −36,1% |
| 2016 | 61.428 | — |