Homicídios em que a declaração de óbito registra arma de fogo como o meio.
Homicídios em que a declaração de óbito registra arma de fogo como o meio (CID-10 X93-X95).
Só a base bruta da Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database) separa o meio — arma de fogo — e a intervenção legal, com o código CID-10 de quatro dígitos que o Eurostat não abre; por isso este indicador usa a OMS em vez do Eurostat, mesmo do Cazaquistão publicando os grandes capítulos da causa (homicídio, suicídio, indeterminada) no Eurostat também.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil: microdados brutos em CID-10 que Cazaquistão transmite à Organização Mundial da Saúde (WHO Mortality Database), com o código de quatro dígitos que separa o meio (arma de fogo) e a intervenção legal.
A cobertura do registro de óbito varia entre 92.4% e 100% durante o período publicado (2004-2024, contra o número de óbitos esperado pelo Banco Mundial): anos com cobertura mais baixa subestimam a mortalidade real, inclusive a violenta.
Boa parte das mortes violentas do Cazaquistão entra como "intenção indeterminada" (ver mortes violentas por causa indeterminada), não como homicídio ou suicídio — um traço da perícia local, não uma lacuna de leitura. Em 2024, a intenção indeterminada (2440) superou homicídio e suicídio somados (1897): o número abaixo provavelmente subestima o total real de mortes violentas intencionais.
| Período | Homicídios a tiro | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 10 | +150,0% |
| 2023 | 4 | −85,7% |
| 2022 | 28 | +47,4% |
| 2021 | 19 | −36,7% |
| 2020 | 30 | +11,1% |
| 2019 | 27 | −25,0% |
| 2018 | 36 | −43,8% |
| 2017 | 64 | +8,5% |
| 2016 | 59 | −20,3% |
| 2015 | 74 | +57,4% |
| 2014 | 47 | −33,8% |
| 2013 | 71 | — |