Vítimas de homicídio doloso reportadas por Camarões à ONU pelo questionário UN-CTS.
Vítimas de homicídio doloso que Camarões reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) — e, nos anos sem questionário, pelo registro do órgão nacional (polícia, ministério ou instituto de estatística) que a UNODC republica, lido pela API do SDG Indicators Database — o mesmo tipo de registro policial do Suriname. A cobertura é esparsa: só os anos em que o país respondeu ao questionário entram.
Registro policial não é comparável entre países. O próprio Eurostat avisa: cada país tem sua própria definição penal do crime (o que conta como "agressão grave" numa lei não é o mesmo tipo penal noutra) e sua própria propensão a registrar — onde a confiança na polícia é maior, mais gente faz boletim de ocorrência para o mesmo crime real. Uma taxa mais alta pode ser mais crime, mais denúncia, ou uma lei mais abrangente; compare a tendência de um país ao longo do tempo, não o nível entre países.
| Período | Homicídios (registro policial) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2022 | 1.868 | +55,4% |
| 2020 | 1.202 | +19,7% |
| 2017 | 1.004 | +27,6% |
| 2016 | 787 | −8,6% |
| 2015 | 861 | −2,2% |
| 2012 | 880 | +5,4% |
| 2011 | 835 | −16,4% |
| 2010 | 999 | −21,8% |
| 2009 | 1.277 | +64,6% |
| 2008 | 776 | −22,6% |
| 2003 | 1.002 | −2,8% |
| 2002 | 1.031 | +36,6% |
| 2001 | 755 | +64,5% |
| 2000 | 459 | — |