Vítimas de homicídio doloso reportadas por Cabo Verde à ONU pelo questionário UN-CTS.
Vítimas de homicídio doloso que Cabo Verde reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) — e, nos anos sem questionário, pelo registro do órgão nacional (polícia, ministério ou instituto de estatística) que a UNODC republica, lido pela API do SDG Indicators Database — o mesmo tipo de registro policial do Suriname. A cobertura é esparsa: só os anos em que o país respondeu ao questionário entram.
Registro policial não é comparável entre países. O próprio Eurostat avisa: cada país tem sua própria definição penal do crime (o que conta como "agressão grave" numa lei não é o mesmo tipo penal noutra) e sua própria propensão a registrar — onde a confiança na polícia é maior, mais gente faz boletim de ocorrência para o mesmo crime real. Uma taxa mais alta pode ser mais crime, mais denúncia, ou uma lei mais abrangente; compare a tendência de um país ao longo do tempo, não o nível entre países.
| Período | Homicídios (registro policial) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2016 | 62 | +34,8% |
| 2015 | 46 | −29,2% |
| 2014 | 65 | +20,4% |
| 2013 | 54 | +54,3% |
| 2006 | 35 | −20,5% |
| 2005 | 44 | +109,5% |
| 2004 | 21 | +40,0% |
| 2003 | 15 | — |