Vítimas de homicídio doloso reportadas por Azerbaijão à ONU pelo questionário UN-CTS.
Vítimas de homicídio doloso que Azerbaijão reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) — e, nos anos sem questionário, pelo registro do órgão nacional (polícia, ministério ou instituto de estatística) que a UNODC republica, lido pela API do SDG Indicators Database — o mesmo tipo de registro policial do Suriname. A cobertura é esparsa: só os anos em que o país respondeu ao questionário entram.
Registro policial não é comparável entre países. O próprio Eurostat avisa: cada país tem sua própria definição penal do crime (o que conta como "agressão grave" numa lei não é o mesmo tipo penal noutra) e sua própria propensão a registrar — onde a confiança na polícia é maior, mais gente faz boletim de ocorrência para o mesmo crime real. Uma taxa mais alta pode ser mais crime, mais denúncia, ou uma lei mais abrangente; compare a tendência de um país ao longo do tempo, não o nível entre países.
| Período | Homicídios (registro policial) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2024 | 206 | −7,6% |
| 2023 | 223 | +7,7% |
| 2022 | 207 | +5,1% |
| 2021 | 197 | −10,0% |
| 2020 | 219 | +30,4% |
| 2019 | 168 | −14,7% |
| 2018 | 197 | +8,2% |
| 2017 | 182 | +7,7% |
| 2016 | 169 | −19,9% |
| 2015 | 211 | −10,6% |
| 2014 | 236 | +6,8% |
| 2013 | 221 | +9,4% |
| 2012 | 202 | −4,3% |
| 2011 | 211 | +2,4% |
| 2010 | 206 | +7,3% |
| 2008 | 192 | +1,6% |
| 2007 | 189 | — |