A taxa de homicídio doloso de Angola, por 100 mil habitantes, pelo UN-CTS.
Vítimas de homicídio doloso que Angola reportou à Organização das Nações Unidas pelo questionário UN-CTS (UN Survey of Crime Trends and Operations of Criminal Justice Systems) — e, nos anos sem questionário, pelo registro do órgão nacional (polícia, ministério ou instituto de estatística) que a UNODC republica, lido pela API do SDG Indicators Database — o mesmo tipo de registro policial do Suriname. A cobertura é esparsa: só os anos em que o país respondeu ao questionário entram.
Registro policial não é comparável entre países. O próprio Eurostat avisa: cada país tem sua própria definição penal do crime (o que conta como "agressão grave" numa lei não é o mesmo tipo penal noutra) e sua própria propensão a registrar — onde a confiança na polícia é maior, mais gente faz boletim de ocorrência para o mesmo crime real. Uma taxa mais alta pode ser mais crime, mais denúncia, ou uma lei mais abrangente; compare a tendência de um país ao longo do tempo, não o nível entre países.
Por 100 mil habitantes. A taxa que a própria UNODC publica (indicador 16.1.1 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), não recalculada aqui.
| Período | Taxa de homicídios | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2016 | 4,1 | −7,9% |
| 2015 | 4,5 | −7,9% |
| 2012 | 4,8 | +10,8% |
| 2011 | 4,4 | — |