Vítimas de 15 a 29 anos por 100 mil jovens: 0,36 em 2023.
Os homicídios de jovens sobre a população de 15 a 29 anos.
Ficou entre 0,3 e 0,7 de 2011 a 2023: 0,36 no último ano — bem abaixo até da taxa geral de homicídios, o oposto do padrão brasileiro e americano, em que o jovem morre mais que a média.
O número vem da declaração de óbito, como o SIM no Brasil e a declaração de óbito americana: o Destatis (o instituto de estatística alemão) classifica a causa da morte pela CID-10 e transmite o dado para a Organização Mundial da Saúde e para o Eurostat, a estatística comum da União Europeia. Os dois publicam o mesmo número; usamos o Eurostat quando ele tem o recorte (fecha o ano mais cedo) e a base bruta da OMS quando só ela separa o meio (arma de fogo) ou a intervenção legal.
| Período | Taxa (jovens) | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2023 | 0,36 | −7,7% |
| 2022 | 0,39 | +2,6% |
| 2021 | 0,38 | −11,6% |
| 2020 | 0,43 | +2,4% |
| 2019 | 0,42 | +31,2% |
| 2018 | 0,32 | −15,8% |
| 2017 | 0,38 | −15,6% |
| 2016 | 0,45 | −32,8% |
| 2015 | 0,67 | +48,9% |
| 2014 | 0,45 | +9,8% |
| 2013 | 0,41 | −6,8% |
| 2012 | 0,44 | 0,0% |
| 2011 | 0,44 | — |