O tamanho da economia alemã em dólares, convertido pela cotação média de cada ano: a medida das comparações entre países.
O dado mais recente é preliminar e ainda será revisado pela fonte.
Barras mais claras: dado preliminar, ainda sujeito a revisão da fonte.
O PIB em euros correntes convertido pelo dólar médio do próprio ano: a taxa de referência do BCE (Banco Central Europeu) desde 1999 e, antes, a cotação do marco na bolsa de Frankfurt. É o critério do FMI e do Banco Mundial, o mesmo do PIB do Brasil em dólares.
Antes do euro, o marco. O PIB de 1991 a 1998 foi medido em marcos. A conversão volta a ele pela taxa fixa (1,95583 marco por euro) e divide pelos marcos por dólar da média do ano. É exatamente a conta do Banco Mundial, e a ingestão confere os dois números nos anos que a revisão de 2026 não mexeu. A cotação usada em cada ano aparece na nota da tabela.
Câmbio médio, não o de 31 de dezembro. O PIB é um fluxo produzido ao longo dos doze meses; converter tudo pela cotação de um único dia deixaria o resultado refém do que o dólar fez em dezembro.
Cuidado ao ler a série. Boa parte do sobe e desce é câmbio, não produção. Nos dois primeiros anos do euro, a moeda caiu de US$ 1,07 (média de 1999) para US$ 0,90 (2001), e o PIB alemão em dólares encolheu de US$ 2,21 trilhões para US$ 1,97 trilhão enquanto a economia crescia 2,9% e 1,6%. Em 2025, com o euro a US$ 1,13, passou de US$ 5 trilhões com a economia estagnada. Para saber o que a economia efetivamente produziu, olhe a variação real anual.
Revisões. O Destatis (Statistisches Bundesamt, o instituto federal de estatística) divulga cada trimestre duas vezes: uma estimativa rápida cerca de 30 dias depois do fim do trimestre e os resultados detalhados uns 25 dias depois. Todo verão, junto com a estimativa rápida do 2º trimestre, revisa os últimos quatro anos; a de 30 de julho de 2026 reabriu de 2022 a 2025 e, por exceção, também 2011 a 2021. Os períodos a partir de 2023 ainda vão mudar na próxima revisão de verão e estão marcados como preliminares.
| Período | PIB em dólares | vs. período anterior |
|---|---|---|
| 2025preliminar | US$ 5,12 tri | +7,8% |
| 2024preliminar | US$ 4,75 tri | +3,2% |
| 2023preliminar | US$ 4,60 tri | +8,9% |
| 2022 | US$ 4,22 tri | −3,8% |
| 2021 | US$ 4,39 tri | +10,6% |
| 2020 | US$ 3,97 tri | −0,3% |
| 2019 | US$ 3,98 tri | −2,3% |
| 2018 | US$ 4,08 tri | +7,8% |
| 2017 | US$ 3,78 tri | +6,5% |
| 2016 | US$ 3,55 tri | +3,3% |
| 2015 | US$ 3,43 tri | −13,5% |
| 2014 | US$ 3,97 tri | +4,2% |
| 2013 | US$ 3,81 tri | +5,9% |
| 2012 | US$ 3,60 tri | −5,9% |
| 2011 | US$ 3,82 tri | +10,3% |
| 2010 | US$ 3,47 tri | −0,3% |
| 2009 | US$ 3,48 tri | −8,7% |
| 2008 | US$ 3,81 tri | +9,3% |
| 2007 | US$ 3,48 tri | +14,4% |
| 2006 | US$ 3,05 tri | +5,3% |
| 2005 | US$ 2,89 tri | +1,4% |
| 2004 | US$ 2,85 tri | +12,5% |
| 2003 | US$ 2,53 tri | +20,6% |
| 2002 | US$ 2,10 tri | +6,9% |
| 2001 | US$ 1,97 tri | −0,0% |
| 2000 | US$ 1,97 tri | −11,2% |
| 1999 | US$ 2,21 tri | −1,5% |
| 1998 | US$ 2,25 tri | +1,4% |
| 1997 | US$ 2,22 tri | −11,6% |
| 1996 | US$ 2,51 tri | −3,2% |
| 1995 | US$ 2,59 tri | +16,9% |
| 1994 | US$ 2,22 tri | +6,7% |
| 1993 | US$ 2,08 tri | −3,1% |
| 1992 | US$ 2,14 tri | +14,4% |
| 1991 | US$ 1,87 tri | — |