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Sargento Salazar

Sargento Salazar (PL) é policial militar e vereador de Manaus, eleito deputado federal pelo Amazonas em 4 de outubro de 2026 com 212.948 votos, a maior votação do estado. Nascido em Manaus em 1983, foi o vereador mais votado da capital em 2024. Responde a ação penal por homicídio por uma morte ocorrida em 2019 e afirma ter agido em legítima defesa. O mandato começa em 1º de fevereiro de 2027.

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Quem é

Alexandre da Silva Salazar, conhecido como Sargento Salazar, nasceu em Manaus em 21 de maio de 1983. É policial militar, formado em Gestão Ambiental, e filiado ao Partido Liberal (PL). Foi eleito deputado federal pelo Amazonas em 4 de outubro de 2026.

Trajetória

Salazar estreou nas urnas em 2020, quando disputou uma vaga na Câmara Municipal de Manaus pelo Patriota e ficou na suplência, com 2.079 votos. Em 2022, concorreu a deputado estadual pelo PMN e não foi eleito, com 11.888 votos.

Em 2024, elegeu-se vereador de Manaus pelo PL com 22.594 votos, a maior votação entre os candidatos à Câmara Municipal da capital. Exercia o cargo quando se elegeu para a Câmara dos Deputados.

Eleição de 2026

Sargento Salazar concorreu a deputado federal pelo PL e recebeu 212.948 votos, o equivalente a 10,04% dos votos válidos. Foi o 1º candidato mais votado no Amazonas, entre 135, e foi eleito por quociente partidário. A candidatura a deputado federal foi a primeira dele. O mandato começa em 1º de fevereiro de 2027. Segundo a Justiça Eleitoral, declarou patrimônio de R$ 2.206.000.

Polêmicas

Salazar responde a ação penal por homicídio pela morte de Felipe Kevin de Oliveira, em 24 de junho de 2019, na zona norte de Manaus. Segundo a denúncia do Ministério Público, ele efetuou seis disparos à queima-roupa durante o que foi apontado como tentativa de assalto em uma parada de ônibus no bairro Colônia Terra Nova. Em novembro de 2024, o Tribunal de Justiça do Amazonas aceitou a denúncia e o tornou réu.

Salazar afirma ter agido em legítima defesa e diz que houve troca de tiros. A investigação do Ministério Público concluiu que a vítima não estava armada e não registrou troca de tiros. A matéria consultada não registra condenação.

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