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Ricardo Coutinho

Ricardo Coutinho (PT), farmacêutico nascido em João Pessoa em 1960, foi prefeito da capital e governador da Paraíba de 2011 a 2019. Foi eleito deputado federal em 2026 com 163.277 votos, o 3º mais votado do estado, pela federação Brasil da Esperança. Em janeiro de 2026, o STF trancou a principal ação da Operação Calvário contra ele; outras investigações seguem. O mandato começa em 1º de fevereiro de 2027.

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Quem é

Ricardo Vieira Coutinho é um farmacêutico e político paraibano nascido em João Pessoa em 18 de novembro de 1960. Foi vereador e deputado estadual, prefeito de João Pessoa e governador da Paraíba por dois mandatos, de 2011 a 2019. Filiado ao PT, foi eleito deputado federal em 2026, o primeiro mandato dele na Câmara dos Deputados.

Trajetória

Formado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Coutinho trabalhou no hospital universitário da instituição depois de passar em concurso público, segundo a Wikipédia. Foi vereador de João Pessoa de 1993 a 1999 e deputado estadual de 1999 a 2004. Elegeu-se prefeito da capital em 2004, com 64,45% dos votos, e se reelegeu em 2008, com 73,85%. Em 2010, foi eleito governador da Paraíba com 53,70% dos votos e, em 2014, reeleito com 52,61%.

Filiou-se ao PT em 1982, passou ao PSB em 2003 e voltou ao PT em 2021, de acordo com a Wikipédia. Disputou depois a prefeitura de João Pessoa em 2020, ficando em 6º lugar com 10,68%, e o Senado em 2022, quando terminou em 3º lugar com 21,55%.

Eleição de 2026

Ricardo Coutinho disputou uma vaga de deputado federal pela Paraíba pelo PT, na federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV). Teve 163.277 votos, o 3º candidato mais votado na Paraíba, entre 164, e foi eleito por quociente partidário (QP). O mandato começa em 1º de fevereiro de 2027.

Operação Calvário

Coutinho foi preso em 19 de dezembro de 2019 pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Calvário, que investiga um suposto desvio de recursos públicos estaduais ligado a organizações sociais na Paraíba. A denúncia aponta um desvio de R$ 134,2 milhões, segundo a Wikipédia. Em 9 de janeiro de 2026, o ministro do STF Gilmar Mendes mandou trancar a principal ação penal contra o ex-governador, ao entender que a acusação se baseava em delações sem provas autônomas que as corroborassem. A decisão, individual, não encerra outras investigações da Calvário, e a Procuradoria-Geral da República contestou o despacho, segundo o Portal Correio.

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