Visão geral
Juliana Cardoso é deputada federal por São Paulo pelo PT, eleita em 2022 com 125.517 votos e em exercício desde 1º de fevereiro de 2023. Nascida em 22 de outubro de 1979 em São Paulo, no bairro de Sapopemba, ela é do povo terena, educadora, ativista dos movimentos sociais e sindicais, e gestora pública com formação superior. Atualmente, preside a Comissão de Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais desde fevereiro de 2026 e é titular nas Comissões de Saúde e da Amazônia.
Seu mandato prioriza direitos humanos, saúde, moradia, defesa da mulher, povos indígenas, crianças e adolescentes, além do fortalecimento do SUS e políticas contra a violência obstétrica.
Contexto histórico e desenvolvimento
Juliana Cardoso iniciou sua militância na periferia de São Paulo, atuando com movimentos sociais e populares. Foi eleita vereadora pela primeira vez em 2008, reeleita em 2012, 2016 (com 34 mil votos, única mulher eleita pelo PT) e 2020, completando quatro mandatos até 2023. Como vereadora, apresentou 355 projetos de lei (111 aprovados), presidiu a Comissão de Saúde duas vezes, integrou comissões de Direitos Humanos, Defesa da Criança e outras, e foi Primeira Secretária da Câmara Municipal.
Em 2022, migrou para a Câmara dos Deputados, assumindo como titular nas Comissões de Amazônia e Saúde, e suplente em Cultura, Finanças, Direitos da Mulher, Deficiência e Especial sobre Violência Obstétrica. Atuou como vice-líder da Federação Brasil da Esperança em vários períodos de 2023. Em 2026, ascendeu a 2ª vice-presidente e depois presidente da Comissão de Amazônia. Seu trabalho enfatiza igualdade racial, direitos indígenas, LGBTQIA+, parto humanizado, educação pública e combate ao extermínio da juventude negra periférica. Integra a Direção Nacional do PT e é conselheira do Instituto Lula.
Linha do tempo
- 22/10/1979: Nascimento em São Paulo, bairro de Sapopemba, povo terena.
- 2008: Eleita vereadora pela primeira vez em São Paulo (PT).
- 2012: Reeleita vereadora.
- 2016: Reeleita vereadora com 34 mil votos, única mulher pelo PT.
- 2020: Reeleita para quarto mandato como vereadora.
- 01/02/2023: Posse como deputada federal por SP (PT), mandato 2023-2027.
- Março a agosto/2023: Vice-líder da Federação Brasil da Esperança em múltiplos períodos.
- 22/04/2025: Eleita 2ª vice-presidente da Comissão de Amazônia e Povos Originários.
- 04/02/2026: Eleita presidente da Comissão de Amazônia e Povos Originários.
Principais atores
- Partido dos Trabalhadores (PT): Partido de filiação, pela qual foi eleita vereadora e deputada federal.
- Federação PT-PCdoB-PV: Federação partidária atual, da qual foi vice-líder.
- Câmara Municipal de São Paulo: Casa legislativa onde exerceu quatro mandatos como vereadora.
- Comissão de Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais: Comissão que preside desde 2026.
- Articulação dos Povos Indígenas do Sudeste: Grupo que emitiu nota de apoio à deputada.
- Instituto Lula: Instituição da qual é conselheira.
Termos importantes
- Deputada Federal: Representante eleita pelo povo em nível nacional, com mandato de quatro anos na Câmara dos Deputados, responsável por legislar sobre temas federais como saúde, direitos humanos e povos indígenas.
- Comissão Parlamentar: Grupo de deputados que analisa projetos de lei em áreas específicas, como Saúde ou Amazônia, emitindo pareceres antes da votação em plenário.
- Vice-líder de Federação: Cargo que coordena ações parlamentares de uma aliança partidária, articulando votações e estratégias.
- Mandato: Período de exercício do cargo eletivo, renovável, com foco em proposições legislativas e fiscalização do Executivo.
- Povo Terena: Etnias indígenas do Centro-Oeste brasileiro, com luta por direitos territoriais e culturais.
No Congresso
ver perfil completo na CâmaraVotos, projetos e discursos de Juliana Cardoso (PT-SP) na Câmara dos Deputados, com fonte primária em cada item. Selecionados por relevância, não tudo o que aconteceu.
Pais que perderem filhos terão direito a licença remunerada e proteção contra demissão imediata após o falecimento da criança. Atualmente, a legislação trabalhista não garante afastamento específico ou estabilidade no emprego para casos de perda gestacional ou infantil. Ganham os pais que passam pelo luto, enquanto empresas passam a ter a obrigação de conceder o afastamento e respeitar a estabilidade.
O governo terá novas regras para conceder descontos em impostos e realizar gastos obrigatórios durante o ano de 2026. Atualmente, essas decisões seguem normas gerais de orçamento que não possuem um direcionamento específico para o período mencionado. O Poder Executivo ganha autonomia para definir critérios de execução, enquanto órgãos de controle passam a fiscalizar o cumprimento dessas novas diretrizes.
Funcionários de escolas que não são professores ganham descontos ou condições especiais em viagens e hotéis que decidirem participar do plano. Hoje, esses profissionais não possuem um programa específico de incentivo ao turismo voltado para sua categoria. Ganham os trabalhadores da educação básica e os donos de empresas de turismo que optarem por oferecer os benefícios.
Empresas e pessoas no Brasil ficam proibidas de cumprir sanções ou ordens econômicas impostas por outros países que violem nossas leis. Hoje, entidades brasileiras podem ser pressionadas a seguir regras estrangeiras para evitar punições internacionais, mesmo que essas normas contrariem o direito brasileiro. Ganham autonomia as empresas nacionais, enquanto perdem poder de influência governos estrangeiros que tentam aplicar suas leis dentro do território brasileiro.
Obras e investimentos de autarquias federais ficam fora das travas de gastos do governo, permitindo que usem seus próprios recursos livremente. Hoje, esses gastos são limitados pelas regras fiscais que controlam o orçamento federal para evitar desequilíbrios nas contas públicas. O governo ganha mais flexibilidade para gastar, enquanto o controle sobre o limite total de despesas da União torna-se menos rigoroso.
