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Helder Salomão

Helder Salomão é um deputado federal pelo Espírito Santo, filiado ao PT, atualmente em seu terceiro mandato consecutivo (2023-2027), tendo sido reeleito com a maior votação no estado para a Câmara em 2022. Com uma longa trajetória política iniciada em 1982, foi vereador e prefeito de Cariacica, além de deputado estadual. Atualmente, atua como relator-parcial na Comissão de Fiscalização dos Rompimentos de Barragens, vice-líder da Federação Brasil da Esperança e 2º vice-presidente do Grupo Parlamentar Brasil/Itália, mantendo alta disciplina partidária e gastos parlamentares abaixo da média.

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Visão geral

Helder Ignacio Salomão é deputado federal pelo Espírito Santo, filiado ao PT, em exercício no mandato de 2023-2027. Nascido em 8 de março de 1964 em Colatina (ES), é professor de filosofia com pós-graduação e atua como relator-parcial na Comissão de Fiscalização dos Rompimentos de Barragens e Repactuação, vice-líder da Federação Brasil da Esperança e 2º vice-presidente do Grupo Parlamentar Brasil/Itália.

Ele foi reeleito em 2022 com 120.337 votos, o maior número no ES para a Câmara, e mantém alta disciplina partidária de 97,95%. Seus gastos com cotas parlamentares são 28,3% inferiores à média dos deputados.

Contexto histórico e desenvolvimento

Helder Salomão iniciou sua trajetória política no PT desde 1982, como professor de filosofia. Seu primeiro mandato eletivo foi como vereador em Cariacica (ES) de 1993 a 1996. Em 1992, já havia sido eleito vereador, e em 2000 disputou a prefeitura de Cariacica, perdendo para Aloízio Santos.

Em 2002, foi eleito deputado estadual pelo ES. Em 2004, tornou-se prefeito de Cariacica, sendo reeleito em 2008. Após o mandato, assumiu a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do ES até março de 2014. Em 2014, foi eleito deputado federal para o mandato 2015-2018, reelegeito em 2018 (2019-2023) e em 2022 (2023-2027). É defensor de micro e pequenas empresas, com histórico de gestão inovadora.

Linha do tempo

  • 1982: Filiado ao PT.
  • 1992-1996: Eleito e exerce mandato como vereador em Cariacica (ES).
  • 2000: Disputa prefeitura de Cariacica.
  • 2002: Eleito deputado estadual pelo ES.
  • 2004-2012: Eleito e reeleito prefeito de Cariacica (ES).
  • 2014: Assume Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos do ES; eleito deputado federal (2015-2018).
  • 2015: Toma posse como deputado federal.
  • 2018: Reeleito deputado federal (2019-2023).
  • 2022: Reeleito deputado federal com 120.337 votos (2023-2027).
  • 01/03/2023: Nomeado relator-parcial na Comissão de Fiscalização dos Rompimentos de Barragens.
  • 07/06/2023: 2º vice-presidente do Grupo Parlamentar Brasil/Itália.
  • 26/08/2025: Assume como vice-líder da Federação Brasil da Esperança.

Principais atores

  • Partido dos Trabalhadores (PT-ES): Partido de filiação desde 1982 e base de sua carreira política.
  • Federação PT-PCdoB-PV: Federação partidária atual.
  • Federação Brasil da Esperança (Fe Brasil): Cargo de vice-líder desde 2025.
  • Comissão de Fiscalização dos Rompimentos de Barragens e Repactuação: Relator-parcial desde 2023.
  • Grupo Parlamentar Brasil/Itália: 2º vice-presidente desde 2023.

Termos importantes

  • Deputado Federal: Representante eleito pelo voto proporcional para a Câmara dos Deputados, com mandato de 4 anos, fiscaliza o Executivo e legisla em temas nacionais.
  • Cotas Parlamentares: Verba para custeio de atividades como viagens, divulgação e aluguel de veículos; Helder Salomão gasta abaixo da média.
  • Disciplina Partidária: Alinhamento com votações do partido; taxa de 97,95% indica alta fidelidade ao PT.
  • Relator-Parcial: Membro responsável por analisar partes específicas de projetos em comissões parlamentares.
  • Vice-Líder: Auxilia na coordenação de bancada partidária ou federação no Congresso.

Patrimônio declarado

O que Helder Salomão declarou à Justiça Eleitoral ao registrar a candidatura: bens pelo valor de compra, como na declaração do Imposto de Renda, e não pelo valor de mercado.

Declarado em 2026
R$ 1,2 mi
10 bens, entregue em 18/09/2026
Desde 2022
+43,5%
inflação no período: +19,5% — acima dela
Entre os 5 presidenciáveis
2º maior
mediana: R$ 1 mi

A cada eleição

  • declarado
  • corrigido pelo IPCA até 2026
  1. 2014
    Deputado federal, ES (PT), eleito
    R$ 622 mil
    R$ 1,2 mi
  2. 2018
    Deputado federal, ES (PT), eleito
    R$ 615 mil
    R$ 928 mil
  3. 2022
    Deputado federal, ES (PT), eleito
    R$ 841 mil
    R$ 1 mi
  4. 2026
    Governador, ES (PT), em disputa
    R$ 1,2 mi

De que é feito, em 2026

  • Aplicações e fundos (53%)R$ 637 mil
  • Imóveis (45%)R$ 538 mil
  • Dinheiro e contas (2%)R$ 30 mil
  • Créditos a receber (menos de 1%)R$ 2 mil

Maiores bens

  • Vgbl cefAplicações e fundosR$ 631.761
  • Apartamento em campo grande, cariacica-esImóveisR$ 352.453
  • Sala comercial em campo grande, cariacica-esImóveisR$ 138.548
  • Apartamento em são geraldo, cariacica-esImóveisR$ 43.000
  • Saldo em cc na cefDinheiro e contasR$ 16.791
Todos os 10 bens declarados
  • Vgbl cef (Aplicações e fundos)R$ 631.761
  • Apartamento em campo grande, cariacica-es (Imóveis)R$ 352.453
  • Sala comercial em campo grande, cariacica-es (Imóveis)R$ 138.548
  • Apartamento em são geraldo, cariacica-es (Imóveis)R$ 43.000
  • Saldo em cc na cef (Dinheiro e contas)R$ 16.791
  • Deposito a vista na wise brasil (Dinheiro e contas)R$ 13.043
  • Saldo em poupança na cef (Aplicações e fundos)R$ 5.021
  • Terreno no lot. são conrado, adquirido em 09/1991 (Imóveis)R$ 3.978
  • Peculio na caixa (Créditos a receber)R$ 1.943
  • Saldo em conta corrente no banestes (Dinheiro e contas)R$ 145

Fonte: Bens de candidato, TSE — a declaração entregue no registro de cada candidatura, eleições gerais de 2014 a 2026. Correção pelo IPCA (IBGE), do mês seguinte ao registro até agosto de 2026.

Trajetória da candidatura

Governo do Espírito Santo 2026 (PT)

  1. 24 de agosto

    Registro deferido

    A Justiça Eleitoral julgou e deferiu o registro.

    TSE — DivulgaCandContas, ficha do candidato (Helder Ignacio Salomao)

Votos, projetos e discursos de Helder Salomão (PT-ES) na Câmara dos Deputados, com fonte primária em cada item. Selecionados por relevância, não tudo o que aconteceu.

  • Bancos e seguradoras em crise financeira terão novas regras para serem fechados ou reorganizados sem causar prejuízos ao sistema econômico. Atualmente, o Banco Central e outros órgãos reguladores usam normas antigas para intervir em instituições que apresentam problemas graves de gestão. A proposta cria obrigações para que os próprios bancos financiem sua recuperação ou encerramento, evitando o uso de dinheiro público para cobrir rombos.

  • Empresas e pessoas no Brasil ficam proibidas de cumprir sanções ou punições impostas por outros países que violem nossas leis nacionais. Hoje, não há uma regra clara que impeça o cumprimento dessas ordens estrangeiras, deixando os afetados sem proteção legal específica. Ganham proteção as empresas e cidadãos brasileiros, enquanto governos estrangeiros perdem a capacidade de aplicar punições unilaterais em nosso território.

  • Microempreendedores poderão faturar valores maiores e contratar mais funcionários sem perder o enquadramento no regime simplificado de impostos. Atualmente, existem limites fixos de receita anual e de contratação de pessoal para que o negócio seja considerado um microempreendedor individual. Ganham os pequenos empresários que desejam expandir suas atividades, enquanto o governo passa a ter novas regras para controlar quem permanece no sistema simplificado.

  • Obras e investimentos de autarquias federais ficam fora das travas de gastos do governo, permitindo que usem seus próprios recursos livremente. Hoje, esses gastos são limitados pelas regras fiscais que controlam o orçamento federal para evitar desequilíbrios nas contas públicas. O governo ganha mais flexibilidade para investir, enquanto o controle sobre o limite total de despesas da União torna-se menos rigoroso.

  • O limite de faturamento e o número de funcionários permitidos para o Microempreendedor Individual permanecem exatamente como são hoje. Atualmente, o MEI só pode contratar um funcionário e possui um teto anual de receita bruta para se manter nessa categoria simplificada. Como a proposta foi rejeitada pelos deputados, não haverá mudanças para os pequenos empreendedores nem novas obrigações para o governo.

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