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Flavio Serafini (RJ)

Flavio Serafini (PSOL) é sociólogo, professor licenciado da Fiocruz e presidente estadual do PSOL no Rio de Janeiro. Deputado estadual desde 2015, preside a Comissão de Servidores da Alerj. Reeleito em 2026 com 95.666 votos, foi o 11º mais votado do estado.

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Quem é

Flavio Alves Serafini nasceu em Niterói (RJ) em 27 de setembro de 1979. É sociólogo, mestre em Ciências Sociais pela UFF e professor-pesquisador da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, da Fiocruz, de que está licenciado. É casado e tem dois filhos. Filiado ao PSOL, é presidente estadual do partido no Rio de Janeiro.

Trajetória

Entrou no movimento estudantil aos 16 anos e, como aluno da UFF, integrou o Diretório Central dos Estudantes. Dá aulas desde 2005. Participou da fundação do PSOL em Niterói e presidiu o partido no município de 2008 a 2010 e de 2012 a 2014. Em 2012, foi candidato à Prefeitura de Niterói, em que ficou em 3º lugar, com 49.490 votos (18,5% dos válidos). Foi eleito deputado estadual em 2014 (16.117 votos), reeleito em 2018 (61.754) e em 2022 (71.258), segundo a Wikipédia.

Mandato na Alerj

Cumpre o terceiro mandato na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj); tomou posse na legislatura atual em 1º de fevereiro de 2023. Presidiu a Comissão de Educação a partir de 2019. Segundo seu site, preside hoje a Comissão de Servidores, é titular da Comissão de Educação e preside as frentes parlamentares de Saúde Mental e Luta Antimanicomial, de Economia Popular e Solidária, Agroecologia e Produção Orgânica e de Justiça Climática. Em 2018, a Alerj aprovou projeto seu que instituiu a tarifa social nas barcas da linha Charitas-Praça XV.

Eleição de 2026

Candidato à reeleição pelo PSOL, na federação PSOL/Rede, recebeu 95.666 votos, o 11º lugar entre os 1.107 candidatos a deputado estadual com voto válido no Rio de Janeiro. Foi eleito por quociente partidário (QP).

Bandeiras e propostas

Segundo seu site, defende direitos sociais e serviços públicos, educação e saúde públicas, justiça climática, moradia e transporte, e define o mandato como coletivo, construído com movimentos sociais e categorias do serviço público.

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