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Dilmar Dal Bosco (MT)

Dilmar Dal Bosco (União Brasil) é deputado estadual de Mato Grosso desde 2011, empresário de Sinop e por sete anos líder do governo de Mauro Mendes na Assembleia. Defende o agronegócio, o setor madeireiro e a redução de impostos. Em 4 de outubro de 2026, foi reeleito, com 56.294 votos, o 5º mais votado do estado.

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Quem é

Dilmar Dal Bosco nasceu em 20 de outubro de 1966 em Galvão (SC). Em 1976, o pai, agricultor, mudou-se com a família para Sinop (MT), e Dilmar começou a trabalhar aos nove anos, como engraxate e vendedor de picolés e bolos. Em 1981, a família foi para Cuiabá, e ele, aos 16 anos, entrou como contínuo em um banco e chegou a gerente geral. Em 1992, voltou a Sinop como sócio de uma empresa de eletrificação, a Eletro Amazônia. É formado em Administração pela Fasipe, com pós-graduação em Direito Público, casado com Elizabete Geraldini Dal Bosco e pai de três filhas.

Trajetória

Atuou nos bastidores das campanhas de Nilson Leitão e do irmão Dilceu Dal Bosco e, em 2010, deixou a coordenação para ser candidato a deputado estadual pelo DEM e foi eleito com 22.284 votos. Foi reeleito em 2014, com 38.290, em 2018, com 28.827, e em 2022, já pelo União Brasil, com 42.156.

Mandato na Assembleia Legislativa

Exerce o quarto mandato na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), iniciado em 2023. Foi líder do governo de Pedro Taques, a partir de outubro de 2016, e, de 2019 a 2026, líder do governo de Mauro Mendes, por sete anos, permanência que ele próprio diz ser inédita na história recente do estado; em março de 2026, o jornal O Documento noticiou que ele encerrava esse ciclo, em meio à possível saída do governador para disputar o Senado. Segundo a Assembleia, destacou-se na defesa do setor madeireiro, do agronegócio e do atacado e pela redução de impostos.

Eleição de 2026

Candidato a deputado estadual pelo União Brasil, na federação União Progressista com o PP, com o número 44125, recebeu 56.294 votos em 4 de outubro de 2026. Foi o 5º candidato mais votado de Mato Grosso, entre 253, e foi eleito por quociente partidário (QP) para uma das 24 vagas da Assembleia Legislativa.

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