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Amauri Ribeiro (GO)

Amauri Ribeiro é produtor agropecuário nascido em Trindade (GO), em 1973, e foi prefeito de Piracanjuba. É deputado estadual desde 2019 e se filiou ao PL em abril de 2026. Foi alvo de busca da Polícia Federal em 2023, na Operação Lesa Pátria. Em 2026 recebeu 69.556 votos, foi o 5º mais votado de Goiás entre 554 candidatos e se reelegeu por quociente partidário.

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Quem é

Amauri Ribeiro nasceu em Trindade (GO) em 13 de janeiro de 1973, filho de Itari Ribeiro Primo e Cleuza Terêncio Ribeiro, e mudou-se para Piracanjuba aos 10 anos. É produtor agropecuário, casado com Cristiane Gomes Rodrigues e pai de Bruna, Júlia e Alice. Declarou ao TSE ensino médio incompleto; o perfil da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) registra superior incompleto. Segundo a Alego, trabalhou na roça como vaqueiro e inseminador bovino, comprou aos 20 anos uma loja de discos em Piracanjuba e foi segurança de festas e fotógrafo de casamentos por 18 anos antes de entrar na política.

Trajetória

Foi eleito vereador de Piracanjuba em 2008 e prefeito em 2012, e não disputou a reeleição. Em 2018, elegeu-se deputado estadual pelo PRP, com 24.922 votos; em 2022, foi reeleito pelo União Brasil, com 35.060. Passou pelo PSDB, PRP, Patriota e União Brasil e, em 3 de abril de 2026, filiou-se ao PL.

Mandato na Assembleia

Exerce mandato na Alego desde 1º de fevereiro de 2019. No segundo mandato, ocupou a função de 3º secretário da Mesa Diretora e integra as comissões de Educação, Segurança Pública, Agricultura, Direitos Humanos e Turismo. Na Alego, apresenta-se como defensor do agronegócio e do pequeno produtor; citou entre seus projetos a remissão de multas ligadas à guia de trânsito de animal (GTA), o Passaporte Equestre e a CPI do Leite.

Polêmicas

Em 29 de agosto de 2023, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra ele, em Goiânia e Piracanjuba, numa fase da Operação Lesa Pátria, que apura a participação e o financiamento dos atos de 8 de janeiro; o celular foi apreendido e ele prestou depoimento determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Em junho daquele ano, ele havia dito na tribuna da Alego que ajudou a bancar quem estava nos acampamentos em frente aos quartéis, com comida, água e dinheiro; a defesa disse que a fala foi tirada de contexto e que ele levou água e alimentos por razões humanitárias.

Em outubro de 2024, o Ministério Público Eleitoral denunciou-o por violência política de gênero contra a deputada estadual Bia de Lima (PT), em nove situações em discursos na tribuna da Alego. Em 6 de março de 2025, o MP Eleitoral defendeu no TRE-GO o recebimento da denúncia, e a defesa alega imunidade parlamentar; o julgamento foi adiado para a sessão seguinte, marcada para 11 de março.

Segundo o g1, em 2021 ele disse que uma vereadora "merecia um tiro na cara", e em 2022 foi filmado agredindo um empresário numa discussão em Piracanjuba. Em 2015, como prefeito, foi afastado do cargo por condenação por agressão a um servidor em 2010, segundo o Estadão.

Eleição de 2026

Candidato a deputado estadual pelo PL, Amauri Ribeiro recebeu 69.556 votos e foi reeleito, como o 5º candidato mais votado de Goiás, entre 554. Foi eleito por quociente partidário (QP).

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