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Alfredo Nascimento

Alfredo Nascimento (PL) foi vice-governador do Amazonas, prefeito de Manaus de 1997 a 2004, ministro dos Transportes, senador de 2007 a 2015 e deputado federal de 2015 a 2019. Nascido em Martins (RN) em 1952, deixou o ministério em 2011 após denúncias de superfaturamento. Eleito deputado federal em 4 de outubro de 2026 com 59.271 votos, volta à Câmara em 1º de fevereiro de 2027.

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Quem é

Alfredo Pereira do Nascimento nasceu em Martins (RN) em 5 de maio de 1952. Estudou Letras e Matemática na Universidade Federal do Amazonas e se especializou em administração de pessoal e auditoria pela Fundação Getulio Vargas. Filiado ao Partido Liberal (PL), foi eleito deputado federal pelo Amazonas em 4 de outubro de 2026.

Trajetória

Foi vice-governador do Amazonas de 1995 a 1997 e prefeito de Manaus por dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2004. Deixou a prefeitura para assumir o Ministério dos Transportes, cargo que ocupou nos governos Lula e Dilma Rousseff e do qual saiu em julho de 2011.

Foi senador pelo Amazonas de 2007 a 2015 e deputado federal de 2015 a 2019. Presidiu o Partido da República de outubro de 2012 a maio de 2016.

Eleição de 2026

Alfredo Nascimento concorreu a deputado federal pelo PL e recebeu 59.271 votos, 2,80% dos votos válidos. Foi o 12º candidato mais votado no Amazonas, entre 135, e foi eleito por média (distribuição das sobras). Volta à Câmara dos Deputados sete anos depois de deixar o Congresso. O mandato começa em 1º de fevereiro de 2027. Segundo a Justiça Eleitoral, declarou ocupação de aposentado e patrimônio de R$ 4.190.447,38.

Polêmicas

Em 2011, Alfredo Nascimento deixou o Ministério dos Transportes após denúncias de superfaturamento em obras. A imprensa noticiou que a construtora do filho dele havia crescido 86.500% em dois anos. Em 2013, o Ministério Público Federal não encontrou indícios contra ele, mas o Supremo Tribunal Federal autorizou uma investigação em novembro de 2015.

Em 2015, foi condenado em ação de improbidade administrativa por contratar servidores municipais sem concurso público durante o período como prefeito de Manaus (2001 a 2004), com pena de inelegibilidade por cinco anos e obrigação de ressarcir danos.

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