Fortescue diz que operações podem ser afetadas sem acordo com grupo chinês
A Fortescue, mineradora australiana, diz que suas operações podem ser afetadas se as negociações com a China Mineral Resources Group não forem concluídas até o fim do ano civil.
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21/10 às 20:15, atualizado 23:31
Pontos principais
- Os embarques de minério de ferro somaram 46,8 milhões de toneladas no trimestre, mas as vendas ficaram em 42,9 milhões; a empresa atribui a diferença de 3,9 milhões às negociações com a China Mineral Resources Group (CMRG).
- A orientação para o ano fiscal 2027 segue sem alteração, com embarques de 197 a 207 milhões de toneladas, mas está sujeita às negociações com a CMRG.
- A Fortescue prevê aumento de estoque de produto de mais 4 a 5 milhões de toneladas em outubro de 2026.
- O preço realizado da hematita foi de US$ 79,79 por tonelada seca no trimestre, equivalente a 82% do índice Platts 61% CFR.
- A dívida líquida subiu para US$ 2,8 bilhões em 30 de setembro, ante US$ 0,9 bilhão em 30 de junho, após o pagamento de dividendo final de US$ 1,0 bilhão.
- A empresa não quantifica eventuais ajustes de produção nem indica quando as negociações devem ser concluídas.
A mineradora australiana Fortescue, que opera na região da Pilbara, diz que as negociações com a China Mineral Resources Group (CMRG) já afetam suas vendas no trimestre encerrado em setembro. Se elas não forem concluídas até o fim do ano civil, as operações podem ser afetadas, inclusive com ajustes na produção.
A companhia diz seguir em contato com a CMRG e buscar negociações de boa-fé, baseadas em práticas de mercado justas e adequadas.
