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Andreessen Horowitz lidera Série A da Eka Robotics, focada em destreza robótica

A Andreessen Horowitz lidera a Série A da Eka Robotics, cujas mãos robóticas combinam visão e sensação de força para manipular objetos.

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Foto: TechCrunch
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20/10 às 10:01

Pontos principais

  • A Andreessen Horowitz lidera a Série A da Eka Robotics, em anúncio assinado por Raghu Raghuram e Yoko Li.
  • A a16z não divulga o valor da rodada nem o valuation da empresa.
  • A Eka afirma atingir até 1.500 preensões por hora em tarefas de indução de laboratório e bin-picking, 2,5 vezes mais rápido que humanos.
  • O modelo visão-força-ação combina percepção visual com feedback de força das mãos robóticas, e hardware e controle são projetados junto com ele.
  • O treinamento usa aprendizado por reforço em simulação física, com milhões de variações de posição do objeto, atrito e contato antes de a política chegar ao hardware.
  • Os fundadores são Pulkit Agrawal, do Improbable AI Lab do MIT CSAIL, e Tuomas Haarnoja, cocriador do Soft Actor-Critic em Berkeley e depois na Google DeepMind.

A Andreessen Horowitz anunciou que lidera a Série A da Eka Robotics, empresa que busca dar a robôs a destreza que hoje depende das mãos humanas. Segundo a a16z, a maior parte do trabalho físico ainda é feito por pessoas porque peças se movem, materiais deformam e objetos escorregam, condições que tornam essas tarefas difíceis de automatizar.

A Eka treina suas políticas em simulação física por aprendizado por reforço, o que, segundo a a16z, permite experimentar falhas que humanos raramente demonstram. A própria firma diz que sustentar esse ritmo em turnos completos de produção é o próximo teste. A a16z não publica taxa de sucesso para a transferência da simulação ao mundo real, que descreve como um dos problemas mais difíceis da robótica.

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