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Frasle Mobility reduz projeção de receita para 2026

A Frasle Mobility, companhia aberta brasileira, reduziu para R$ 5,2 a 5,5 bilhões a projeção de receita líquida consolidada para 2026, mantendo inalterados os demais indicadores do guidance.

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Foto: Times Brasil
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20/10 às 08:32, atualizado 10:15

Pontos principais

  • A projeção de receita líquida consolidada para 2026 passou de R$ 5,6 a 6,2 bilhões para R$ 5,2 a 5,5 bilhões.
  • A taxa de câmbio considerada para converter as receitas do mercado externo caiu de R$ 5,60 para R$ 5,16 por dólar, média realizada até setembro e projetada para o quarto trimestre.
  • Na unidade de Extrema (Nakata), houve impactos temporários no abastecimento ao mercado no início do ano, com normalização mais gradual que a esperada.
  • Na Argentina, alterações no ambiente de negócios afetaram a dinâmica comercial.
  • A reforma tributária no Brasil alterou regras vigentes e afetou as compras e o abastecimento dos canais de distribuição.
  • Estão mantidos: receitas do mercado externo de US$ 540 a 570 milhões, margem EBITDA ajustada de 17,5% a 20% e investimentos orgânicos de R$ 170 a 210 milhões.
  • A projeção não contempla eventuais operações de fusões e aquisições (M&A).

A Frasle Mobility S.A., companhia aberta brasileira (B3: FRAS3), informou à CVM a revisão da projeção de receita líquida consolidada para 2026, que passa a ficar entre R$ 5,2 bilhões e R$ 5,5 bilhões. A revisão é restrita a esse indicador, e a companhia diz que a projeção não contempla eventuais operações de fusões e aquisições.

A companhia cita o câmbio entre os fatores da revisão: a média realizada no acumulado do ano ficou abaixo da premissa original de R$ 5,60 por dólar, com impacto relevante na conversão para reais das receitas geradas no mercado externo. A taxa considerada agora é de R$ 5,16, média realizada até setembro e projetada para o quarto trimestre.

Também pesaram a unidade de Extrema (Nakata), onde a transição ligada aos projetos de modernização operacional provocou impactos temporários no abastecimento ao mercado no início do ano, com normalização mais gradual que a esperada. A companhia aponta ainda alterações no ambiente de negócios da Argentina e a reforma tributária no Brasil, que mudou regras vigentes e afetou as compras e o abastecimento dos canais de distribuição.

Os demais indicadores do guidance ficam inalterados: receitas do mercado externo de US$ 540 milhões a US$ 570 milhões, margem EBITDA ajustada de 17,5% a 20% e investimentos orgânicos de R$ 170 milhões a R$ 210 milhões.

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