Chile registra 110 prisões em protestos pelo aniversário da revolta de 2019
Manifestações que marcaram o sétimo aniversário da revolta social de 2019 no Chile resultaram em 110 detidos e confrontos em diversas regiões.
Pontos principais
- Cerca de 110 pessoas foram presas durante as manifestações em todo o país.
- O número de detenções foi aproximadamente metade do registrado no mesmo período do ano anterior.
- Confrontos entre manifestantes e forças de segurança ocorreram em Santiago e outras cidades.
- O presidente José Antonio Kast descreveu o movimento de 2019 como uma revolta criminosa.
- A revolta original, iniciada em 2019, deixou 30 civis mortos e gerou mais de 35 mil registros criminais.
As autoridades chilenas detiveram 110 pessoas durante os protestos que marcaram o sétimo aniversário da revolta social de 2019. Embora o número de prisões tenha sido quase metade do registrado no ano passado, confrontos foram relatados em Santiago e em diversas outras regiões do país. O movimento, que teve início devido ao aumento das tarifas do metrô, resultou em 30 mortes civis e mais de 35 mil crimes registrados entre outubro de 2019 e março de 2020.
O presidente José Antonio Kast manifestou-se sobre a data, classificando os eventos de 2019 como uma revolta criminosa. O governo mantém monitoramento sobre as manifestações, que relembram o período de instabilidade política e social que transformou o cenário institucional chileno. A segurança pública permanece em alerta para evitar novos episódios de violência nas áreas urbanas afetadas pelas mobilizações.
