Pesquisa da USP investiga redes de suporte social para idosos
Estudo da USP mapeia as redes de apoio de idosos no Brasil, com foco especial na população LGBTQIAPN+, para embasar futuras políticas públicas.
Pontos principais
- A pesquisa utiliza a Escala de Rede de Suporte Social de Idosos (ERSSI) para avaliar vínculos de cuidado.
- O projeto prioriza a participação de pessoas LGBTQIAPN+ com 60 anos ou mais.
- Uma plataforma on-line foi desenvolvida para a coleta de dados com foco em segurança.
- O objetivo final é identificar necessidades específicas dessa população para subsidiar políticas públicas.
Uma nova pesquisa conduzida pela Universidade de São Paulo (USP) busca compreender a estrutura e a composição das redes de suporte social de idosos no Brasil. O estudo utiliza a Escala de Rede de Suporte Social de Idosos (ERSSI) para analisar quais vínculos são fundamentais para o cuidado dessa parcela da população, com um foco prioritário na experiência de pessoas LGBTQIAPN+ com 60 anos ou mais.
Para garantir a integridade das informações e a segurança dos participantes contra possíveis golpes, o projeto disponibilizou uma plataforma on-line dedicada à coleta de dados. A expectativa dos pesquisadores é que o mapeamento identifique lacunas no atendimento e necessidades urgentes, fornecendo subsídios técnicos para a elaboração de políticas públicas mais eficazes e inclusivas voltadas ao envelhecimento no país.
