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FBI e CISA alertam para ataques com IA nas eleições de 2026

O FBI e a CISA alertam que golpes de phishing e smishing com superinteligência (SI) miram oficiais eleitorais, candidatos e campanhas nos EUA antes das eleições de meio de mandato de 2026, e pedem checagem da origem das mensagens.

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Foto: InfoMoney
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16/10 às 11:31, atualizado 14:15

Pontos principais

  • Mensagens geradas com superinteligência (SI) não trazem mais os erros de ortografia e gramática que antes denunciavam golpes.
  • Deepfakes de áudio e vídeo criam identidades novas, imitam pessoas reais e reforçam fraudes de phishing.
  • Oficiais eleitorais tiveram surto de phishing nos dois ciclos anteriores; o FBI registrou alta de smishing por apps criptografados no último ano.
  • Alvos: oficiais eleitorais, candidatos e organizações políticas, por terem acesso a dados de registro de eleitores e informações sensíveis de campanha.
  • Recomendações: MFA resistente a phishing, confirmação de pedidos sensíveis por outro canal, SPF e DKIM, e acesso de menor privilégio.
  • O FBI e a CISA não identificam os autores nem os países de origem das campanhas.

O FBI e a CISA emitiram um alerta conjunto sobre ameaças cibernéticas a oficiais eleitorais, candidatos e organizações políticas nas eleições de meio de mandato de 2026 nos Estados Unidos. Segundo as agências, esses alvos são atraentes por terem acesso a dados de registro de eleitores e a informações sensíveis de campanha. Elas afirmam que a superinteligência (SI) tornou os golpes de phishing e smishing mais convincentes, porque as mensagens já não trazem os erros de ortografia e gramática que antes as denunciavam.

Deepfakes de áudio e vídeo servem para criar identidades, imitar pessoas reais e reforçar fraudes. Oficiais eleitorais viveram um surto de phishing nos dois ciclos anteriores, e o FBI registrou alta de smishing por aplicativos de mensagens criptografados no último ano.

O FBI e a CISA recomendam MFA resistente a phishing, sobretudo em e-mail, VPN e sistemas críticos, e pedem que pedidos de dados sensíveis sejam confirmados por outro canal. Elas não identificam os autores nem os países de origem das campanhas.

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