Startup Silvia Bio capta 3 milhões de libras para otimizar fármacos
A startup Silvia Bio, da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, captou £3 milhões em rodada seed liderada pela Northern Gritstone para deixar a universidade e ampliar a operação.
Pontos principais
- A rodada de £3 milhões foi liderada pela Northern Gritstone, com Parkwalk, UK Innovation & Science Seed Fund, Wren Capital e investidores-anjo.
- A empresa foi fundada em 2025 por Ed Curry (CEO), Melinda Pohle, Adam Brown e David James.
- A Silvia Bio informa que o diagnóstico de células leva cerca de quatro semanas e identifica os fatores que travam a produção de cada cliente.
- A empresa pretende licenciar os aditivos de pequenas moléculas que aplica nos biorreatores para corrigir os problemas encontrados.
- Em estudo de caso, a Silvia Bio diz que um aditivo aplicado no quarto dia de uma produção de oito dias elevou em 22% a produção de um anticorpo difícil e em 62% a produção por célula.
- A empresa diz ter trabalhado com algumas das dez maiores farmacêuticas do mundo, sem nomeá-las, e descreve os resultados como promissores.
- A empresa não divulga valuation nem o valor de subvenções anteriores.
A Silvia Bio nasceu na Universidade de Sheffield, no Reino Unido, a partir de um problema que o cofundador Ed Curry percebeu no doutorado, feito em parceria com a indústria: fabricar medicamentos biológicos em escala é difícil e caro. A tecnologia vem de mais de 20 anos de pesquisa em biomanufatura em Sheffield, segundo a universidade, e os quatro fundadores decidiram levá-la às empresas que produzem esses medicamentos, em vez de mantê-la no ambiente acadêmico.
Com os recursos, a empresa deixa as instalações universitárias para um laboratório próprio no Innovation Centre, em Sheffield, e pretende triplicar a equipe e automatizar processos manuais. No longo prazo, Ed Curry diz que a companhia quer se expandir para os EUA, a Europa e a Ásia, mas o foco atual é consolidar-se em Sheffield.
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