Netflix corta cerca de 6% do quadro, maior demissão desde 2022
A Netflix, sediada nos Estados Unidos, vai desligar cerca de 6% dos colaboradores em diferentes países, sobretudo em produto, tecnologia, jurídico e RH.
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14/10 às 09:00
Pontos principais
- Os líderes entrarão em contato com os afetados em breve, e o processo varia em parte conforme o país.
- A Netflix não informa número absoluto de vagas; a TheWrap estima cerca de 1.000, sobre 16 mil funcionários em tempo integral no fim de 2025.
- Ted Sarandos e Greg Peters comunicaram a decisão por e-mail a funcionários na manhã de 14 de outubro.
- A empresa diz que o negócio está "forte e crescendo" e no caminho para cumprir a previsão do ano.
- A Netflix afirma que vai continuar investindo "agressivamente em áreas de alto impacto" para melhorar o serviço e impulsionar crescimento e inovação.
A Netflix, sediada nos Estados Unidos, fará uma série de mudanças organizacionais, segundo os co-CEOs Ted Sarandos e Greg Peters, que escrevem aos funcionários que a decisão não foi tomada de ânimo leve. A prioridade imediata, dizem, é apoiar quem deixa a empresa, com transição e o máximo de clareza possível.
Para quem fica, a mensagem pede disciplina sobre onde a empresa prioriza pessoas e recursos. A Netflix não detalha indenizações, quais países são atingidos nem se haverá novos cortes.
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