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Projeto CHIME detecta sinal de hidrogênio para estudar energia escura

Nova técnica do projeto CHIME permite mapear o brilho de hidrogênio do universo primitivo para investigar a expansão acelerada do cosmos.

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Foto: space-com
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13/10 às 07:32

Pontos principais

  • O projeto CHIME provou ser capaz de mapear o brilho de rádio do hidrogênio de forma independente.
  • A metodologia oferece uma alternativa mais rápida e econômica para investigar a energia escura.
  • Dados de 94 noites de observação permitiram detectar sinais de quando o universo tinha 5 bilhões de anos.
  • Pesquisadores planejam utilizar sete anos de dados para mapear a distribuição de hidrogênio até 3 bilhões de anos após o Big Bang.

Pesquisadores do projeto Canadian Hydrogen Intensity Mapping Experiment (CHIME) demonstraram uma nova capacidade técnica ao detectar o brilho de rádio do hidrogênio de forma independente. A conquista, publicada na revista The Astrophysical Journal, dispensa a necessidade de cruzar dados com outros telescópios, tornando a investigação da energia escura um processo mais ágil e menos dispendioso para a comunidade científica.

A análise baseou-se em 94 noites de observação realizadas em 2019, que permitiram identificar sinais de hidrogênio emitidos quando o universo possuía cerca de 5 bilhões de anos. A equipe agora projeta utilizar sete anos de dados acumulados para mapear a distribuição desse elemento até 3 bilhões de anos após o Big Bang, fornecendo informações cruciais sobre a força responsável pela expansão acelerada do universo.

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