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Ibovespa renova máxima histórica e dólar futuro recua 4,64% na semana

O Ibovespa atingiu 209.066 pontos com recorde histórico, enquanto o dólar futuro registrou queda semanal de 4,64% em meio ao otimismo do mercado.

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Foto: InfoMoney
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13/10 às 06:31 · atualizado 10:03

Pontos principais

  • O Ibovespa encerrou a sexta-feira (09/10) aos 209.066,90 pontos, após atingir a máxima intradia de 209.713,45 pontos.
  • O dólar futuro acumulou desvalorização de 4,64% na semana, fechando o período cotado a 5.013 pontos.
  • Índices americanos como Nasdaq e S&P 500 também renovaram suas máximas históricas no mesmo período.
  • O Bitcoin apresenta movimento de correção técnica, sendo negociado abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.
  • Analistas associam a alta do Ibovespa e do índice Small Caps, que subiu 20,14%, às expectativas eleitorais e à perspectiva de juros menores.

O mercado financeiro brasileiro encerrou a última semana com forte otimismo, impulsionado pela renovação da máxima histórica do Ibovespa, que fechou aos 209.066,90 pontos na sexta-feira (09/10). O movimento de alta foi acompanhado pelo índice Small Caps, que registrou uma valorização expressiva de 20,14% no período. Analistas do setor financeiro atribuem esse desempenho às expectativas em torno do cenário eleitoral e à projeção de condições de financiamento mais favoráveis, o que beneficia empresas dependentes de crédito.

No mercado de câmbio, o dólar futuro apresentou pressão vendedora, acumulando uma queda de 4,64% na semana e encerrando aos 5.013 pontos. O cenário internacional também contribuiu para o sentimento positivo, com os índices Nasdaq e S&P 500 renovando seus recordes históricos. Em contrapartida, o Bitcoin enfrenta um movimento de correção técnica, sendo negociado abaixo de suas médias móveis de curto prazo após atingir a marca de US$ 87.395.

Apesar da euforia generalizada, a recuperação do mercado brasileiro não ocorre de forma uniforme entre todos os papéis. Enquanto ações como Vamos (VAMO3) seguem em tendência de alta com sinais de sobrecompra, outros ativos, como a Vale (VALE3) e a TIM, permanecem pressionados e abaixo da média móvel de 200 períodos. Especialistas alertam que a continuidade dessa trajetória de alta dependerá da evolução das pesquisas eleitorais e da acomodação dos preços até o segundo turno.

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