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Ucrânia ataca data centers da Yandex enquanto Trump critica Zelenskyy

Ucrânia intensifica ataques a infraestrutura digital russa, enquanto Trump critica Zelenskyy e fecha acordo de compra de diesel com a Rússia.

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Foto: ABC News
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11/10 às 06:15 · atualizado 13:31

Pontos principais

  • Drones ucranianos paralisaram um data center da Yandex em Vladimir, causando interrupções em serviços digitais.
  • Este foi o terceiro ataque a instalações da Yandex em quatro dias, após incidentes em Ryazan e Kaluga.
  • O presidente Donald Trump criticou Zelenskyy e defendeu uma mudança na liderança ucraniana.
  • Trump anunciou um acordo para importar diesel da Rússia visando reduzir preços de combustíveis nos EUA.
  • Bombardeios russos em Zaporizhzhia resultaram na morte de pelo menos 20 pessoas, incluindo quatro crianças.

A Ucrânia intensificou sua ofensiva contra a infraestrutura tecnológica russa, realizando uma série de ataques com drones contra centros de dados da empresa Yandex. As operações, que atingiram unidades em Vladimir, Ryazan e Kaluga, causaram interrupções significativas em serviços digitais na Rússia e em países vizinhos. O governo de Kiev justificou as ações afirmando que os centros de dados são fontes estratégicas de receita para a máquina de guerra russa.

Paralelamente, o cenário diplomático sofreu abalos com declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O mandatário americano criticou abertamente o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, sugerindo que a Ucrânia deveria buscar uma nova liderança para encerrar o conflito. Em uma medida que gerou controvérsia, Trump também confirmou um acordo comercial para a compra de diesel da Rússia, com o objetivo de reduzir os custos de combustível nos EUA antes das eleições de meio de mandato.

Enquanto as tensões escalam no campo tecnológico e político, a violência em solo ucraniano permanece intensa. Um recente bombardeio russo na cidade de Zaporizhzhia deixou pelo menos 20 mortos, incluindo quatro crianças, e dezenas de feridos. Apesar das críticas internacionais e da pressão por um cessar-fogo energético, os ataques de ambos os lados continuam a impactar a infraestrutura civil e militar na região.

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