Protestos do movimento 'baratas' na Índia resultam em milhares de detenções
Manifestantes do Partido do Povo Barata foram detidos em Mumbai e Nova Déli ao exigir a renúncia do Comissário-Chefe da Comissão Eleitoral indiana.
Pontos principais
- O movimento satírico Partido do Povo Barata (CJP) organizou protestos em Mumbai e Nova Déli neste fim de semana.
- Manifestantes exigem a saída de Gyanesh Kumar, Comissário-Chefe da Comissão Eleitoral, por suspeitas de manipulação nas listas de eleitores.
- Cerca de 7.000 pessoas foram detidas no sábado e centenas no domingo, sendo liberadas posteriormente.
- O líder do movimento, Abhijeet Dipke, foi detido e liberado sob a condição de não perturbar a ordem pública por um ano.
- O governo indiano e a Comissão Eleitoral negam as acusações de irregularidades no processo eleitoral.
O movimento político satírico Partido do Povo Barata (CJP), liderado por jovens da Geração Z, promoveu uma série de manifestações em Mumbai e Nova Déli durante o último fim de semana. Os participantes exigem a renúncia de Gyanesh Kumar, Comissário-Chefe da Comissão Eleitoral da Índia, alegando que houve manipulação nas listas de eleitores. As autoridades indianas e a própria Comissão Eleitoral negam veementemente as acusações de irregularidades no sistema.
A ação resultou na detenção de cerca de 7.000 pessoas no sábado e centenas no domingo, que foram liberadas após os registros. O fundador do grupo, Abhijeet Dipke, foi detido ao chegar em Nova Déli e solto por um tribunal sob a condição de não perturbar a ordem pública pelo período de um ano. O CJP surgiu em maio deste ano, após declarações do presidente do Supremo Tribunal da Índia sobre jovens desempregados.
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