Valor médio das franquias da NBA sobe 21% e atinge US$ 6,64 bilhões
Segundo estimativas da Sportico, o valor médio das 30 franquias da NBA, nos Estados Unidos, subiu 21% em um ano e chegou a US$ 6,64 bilhões, com alta maior entre os clubes do topo da tabela.
Pontos principais
- Média de US$ 6,64 bilhões por franquia, alta de 21% em um ano e de 183% ante 2020, quando era US$ 2,35 bilhões, segundo a Sportico.
- As 30 equipes somam US$ 199 bilhões, incluindo imóveis e negócios ligados aos times, como as franquias da WNBA.
- Golden State Warriors lidera com US$ 14,5 bilhões, seguido pelo New York Knicks (US$ 12,8 bilhões) e pelo Los Angeles Lakers (US$ 12,5 bilhões).
- Os clubes da metade superior subiram 26% em média; os quatro últimos, 5%.
- A Sportico mede o preço de venda do controle, não o de participação limitada.
- A receita combinada das equipes foi estimada em US$ 13,7 bilhões na temporada 2025-26, alta de 12%, com o novo contrato nacional de transmissão de US$ 76 bilhões por 11 anos.
- A liga sinalizou decisão sobre expansão para Las Vegas e Seattle até o fim do ano, e Adam Silver disse que pode acrescentar uma, duas ou nenhuma equipe.
- Se as duas cidades receberem franquias, cada proprietário atual pode chegar a mais de US$ 500 milhões.
Nos Estados Unidos, o valor do Golden State Warriors também é impulsionado pela propriedade da arena Chase Center e pelo empreendimento Thrive City, além da Golden State Valkyries, a franquia mais valiosa da WNBA, avaliada em US$ 850 milhões pela Sportico. A venda pendente dos Lakers, para Josh Kushner e Bob Iger por US$ 12,5 bilhões, equivale a cerca de 20 vezes a receita líquida do clube, depois do repasse de receitas e da parcela da liga na bilheteria dos playoffs.
Para a temporada 2026-27, a Sportico prevê receita possivelmente irregular: os contratos locais de transmissão com a FanDuel Sports Networks estão terminando, e a Main Street Sports Group, em processo de falência, deixou de pagar os times na temporada 2025-26. Em Las Vegas, onde ainda há pelo menos três grupos na disputa, a taxa de entrada pode chegar a US$ 10 bilhões, sem contar o custo de uma nova arena.
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