Mônica Sampaio defende moda autoral brasileira como segmento de luxo
Estilista destaca a importância de valorizar a produção nacional e ampliar oportunidades comerciais para designers negros na SPFW.
Pontos principais
- Mônica Sampaio, fundadora da marca Santa Resistência, defende que a moda autoral brasileira possui atributos de luxo.
- A estilista é a única remanescente do projeto Sankofa na edição de 2026 da São Paulo Fashion Week.
- Sampaio critica a preferência do mercado por referências estrangeiras em detrimento da produção local.
- A empresária defende que a visibilidade nas passarelas deve ser acompanhada por oportunidades comerciais concretas.
A estilista Mônica Sampaio, fundadora da marca Santa Resistência, defende que a moda autoral brasileira carrega atributos de luxo, como o trabalho artesanal e a riqueza das referências culturais do país. Durante a São Paulo Fashion Week de 2026, a designer destacou que o mercado nacional ainda prioriza influências estrangeiras, negligenciando o potencial da produção local. Sampaio, que é a única remanescente do projeto Sankofa nesta edição, reforça que a identidade brasileira deve ser o pilar central do setor.
Além da expressão criativa, a empresária enfatiza que a visibilidade de estilistas negros nas passarelas precisa ser convertida em oportunidades comerciais concretas. Com uma trajetória profissional que inclui passagens pela engenharia na aviação e liderança no Exército, Sampaio busca transformar a percepção sobre o design nacional. Ela argumenta que a valorização da ancestralidade e da identidade é o caminho para consolidar a moda brasileira como um segmento competitivo e autêntico no mercado global.
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