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Mônica Sampaio defende moda autoral brasileira como segmento de luxo

Estilista destaca a importância de valorizar a produção nacional e ampliar oportunidades comerciais para designers negros na SPFW.

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Foto: Times Brasil
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09/10 às 16:01

Pontos principais

  • Mônica Sampaio, fundadora da marca Santa Resistência, defende que a moda autoral brasileira possui atributos de luxo.
  • A estilista é a única remanescente do projeto Sankofa na edição de 2026 da São Paulo Fashion Week.
  • Sampaio critica a preferência do mercado por referências estrangeiras em detrimento da produção local.
  • A empresária defende que a visibilidade nas passarelas deve ser acompanhada por oportunidades comerciais concretas.

A estilista Mônica Sampaio, fundadora da marca Santa Resistência, defende que a moda autoral brasileira carrega atributos de luxo, como o trabalho artesanal e a riqueza das referências culturais do país. Durante a São Paulo Fashion Week de 2026, a designer destacou que o mercado nacional ainda prioriza influências estrangeiras, negligenciando o potencial da produção local. Sampaio, que é a única remanescente do projeto Sankofa nesta edição, reforça que a identidade brasileira deve ser o pilar central do setor.

Além da expressão criativa, a empresária enfatiza que a visibilidade de estilistas negros nas passarelas precisa ser convertida em oportunidades comerciais concretas. Com uma trajetória profissional que inclui passagens pela engenharia na aviação e liderança no Exército, Sampaio busca transformar a percepção sobre o design nacional. Ela argumenta que a valorização da ancestralidade e da identidade é o caminho para consolidar a moda brasileira como um segmento competitivo e autêntico no mercado global.

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