Justiça britânica anula mandados de busca contra Andrew Mountbatten-Windsor
Juiz de Londres declarou ilegais as buscas realizadas pela polícia em propriedades do ex-príncipe, que é investigado por má conduta em cargo público.
Pontos principais
- O juiz Nicholas Hilliard considerou que houve erro significativo na emissão dos mandados de busca.
- A polícia de Thames Valley admitiu a ilegalidade das ordens judiciais cumpridas em fevereiro.
- Andrew Mountbatten-Windsor foi preso em 19 de fevereiro sob suspeita de má conduta no exercício de função pública.
- A investigação policial está relacionada aos vínculos do ex-príncipe com o falecido agressor sexual Jeffrey Epstein.
- As buscas ocorreram em propriedades localizadas em Sandringham e Windsor.
- A defesa de Mountbatten-Windsor busca excluir as evidências apreendidas durante a operação de um futuro julgamento.
- O tribunal ainda decidirá se o material coletado de forma ilegal poderá ser retido pelas autoridades.
Um tribunal de Londres declarou ilegais os mandados de busca e apreensão executados pela polícia de Thames Valley em propriedades ligadas a Andrew Mountbatten-Windsor. O juiz Nicholas Hilliard, responsável pelo caso, afirmou que houve um erro significativo no processo de solicitação e concessão das ordens judiciais. A decisão atende a um desafio judicial movido pela defesa do ex-príncipe, que buscava anular a operação realizada em fevereiro deste ano.
As buscas ocorreram no âmbito de uma investigação criminal que apura suspeitas de má conduta no exercício de função pública, com desdobramentos ligados ao relacionamento de Mountbatten-Windsor com o falecido agressor sexual Jeffrey Epstein. Após a decisão do tribunal, a polícia britânica reconheceu a necessidade de anular os mandados, embora tenha ressaltado que a investigação principal contra o irmão do Rei Charles III permanece em curso.
Atualmente, a equipe jurídica de Mountbatten-Windsor trabalha para garantir que todas as evidências obtidas durante as buscas consideradas ilegais sejam excluídas de um eventual julgamento criminal. O tribunal ainda deve deliberar sobre o destino dos materiais apreendidos pela polícia durante a operação. O Palácio de Buckingham informou que os fundos privados do monarca não estão sendo utilizados para financiar a contestação judicial do ex-príncipe.
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G1 Mundo • 8 out, 12:48
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SCMP - World • 8 out, 12:20
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NYTimes World • 8 out, 11:06
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