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Maioria dos candidatos que usou nomes de parentes não se elegeu

Levantamento mostra que apenas 8 dos 39 candidatos que associaram seus nomes de urna a parentes ou aliados políticos venceram as eleições de 2026.

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Foto: G1 Política
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07/10 às 00:45

Pontos principais

  • Apenas 8 dos 39 candidatos que utilizaram nomes de terceiros na urna foram eleitos.
  • 31 candidatos que adotaram essa estratégia de marketing político fracassaram nas urnas.
  • Dos vitoriosos, sete já possuíam trajetória política consolidada antes do pleito.
  • Marina JHC foi a única candidata estreante a conquistar uma vaga utilizando essa tática.
  • A maioria das referências nos nomes de urna estava ligada a pais, maridos, filhos ou mães.

Nas eleições de 2026, a estratégia de utilizar nomes de parentes ou aliados políticos na urna demonstrou baixa eficácia para a maioria dos postulantes. Um levantamento realizado pelo g1 aponta que, dos 39 candidatos que adotaram essa tática, apenas oito conseguiram se eleger, enquanto 31 não obtiveram sucesso nas urnas.

Entre os vitoriosos, a grande maioria já contava com uma trajetória política prévia, o que sugere que o reconhecimento pessoal pesou mais do que a associação familiar. Marina JHC destacou-se como a única estreante a vencer utilizando essa estratégia. O estudo identificou que a maior parte das referências era composta por menções a pais, maridos, filhos e mães, além de casos pontuais de aliados políticos.

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