Ex-monge tailandês é condenado a 50 anos por desvio de doações
Alongkot Poonmook foi sentenciado por desviar fundos destinados a um hospício para pacientes com HIV/Aids na Tailândia.
Pontos principais
- Alongkot Poonmook e seu associado, Seksan Sapsubbsakul, receberam a pena máxima de 50 anos de prisão.
- A condenação ocorreu no Tribunal Criminal Central para Casos de Corrupção e Má Conduta da Tailândia.
- Os réus foram sentenciados por crimes de peculato e lavagem de dinheiro envolvendo doações.
- A justiça determinou a devolução de mais de 300 milhões de baht ao templo Wat Phra Bat Namphu.
O Tribunal Criminal Central para Casos de Corrupção e Má Conduta da Tailândia condenou o ex-monge budista Alongkot Poonmook e seu associado, Seksan Sapsubbsakul, a 50 anos de prisão. Ambos foram considerados culpados por desviar doações financeiras que deveriam ser destinadas ao funcionamento de um hospício para pacientes com HIV/Aids, vinculado ao templo Wat Phra Bat Namphu. O caso, que envolveu acusações de peculato e lavagem de dinheiro, resultou na expulsão de Poonmook do monacato após sua prisão no ano passado.
Além da pena privativa de liberdade, os condenados foram sentenciados a restituir mais de 300 milhões de baht, valor equivalente a cerca de 9 milhões de dólares, aos cofres da instituição. O hospício, fundado em 1992, era amplamente reconhecido por seu papel no tratamento e acolhimento de pessoas vivendo com o vírus na região. A sentença reflete a gravidade atribuída pelo judiciário tailandês ao desvio de recursos voltados para causas humanitárias e de saúde pública.
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