Shell prioriza exploração de gás natural na Venezuela
A Shell foca no desenvolvimento de gás natural venezuelano para exportação via Trinidad e Tobago, visando atender à crescente demanda global por GNL.
Pontos principais
- O CEO da Shell, Wael Sawan, destacou que o gás natural oferece maior vantagem competitiva que o petróleo pesado na Venezuela.
- A empresa assinou cinco acordos em junho para explorar campos offshore, incluindo Loran e Dragon.
- A estratégia prevê o transporte do gás para Trinidad e Tobago para processamento em Gás Natural Liquefeito (GNL).
- A Shell estima um aumento de 65% na demanda global por GNL até 2050, impulsionado por data centers e segurança energética.
- A petroleira BP também participa de projetos de exploração nos campos de Loran e Cocuina-Manakin no país.
O CEO da Shell, Wael Sawan, afirmou que a companhia prioriza a exploração de gás natural na Venezuela em detrimento do petróleo pesado. A estratégia da multinacional busca aproveitar vantagens competitivas no setor, utilizando os campos offshore de Loran e Dragon para alimentar a produção de Gás Natural Liquefeito (GNL) em Trinidad e Tobago, de onde o produto será exportado para o mercado internacional.
A decisão da Shell está alinhada com projeções de mercado que indicam um crescimento de 65% na demanda global por GNL até 2050. Esse aumento é sustentado pela necessidade de garantir a segurança energética e pelo consumo crescente de energia por parte de data centers. Além da Shell, a BP também mantém investimentos ativos em campos de gás na região, reforçando o interesse do setor no potencial energético venezuelano.
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