Dinheiro em espécie ainda domina pagamentos em postos e hortifrútis
Levantamento aponta que dinheiro vivo segue como meio de pagamento predominante em setores específicos do varejo paulista, superando a média geral.
Pontos principais
- Dinheiro em espécie representa 35,5% das vendas em postos de combustível e 30,3% em hortifrútis.
- A média de uso de dinheiro vivo no varejo paulista geral é de 21,5%.
- O uso de dinheiro em espécie no varejo de São Paulo caiu de 23,3% para 21,5% entre novembro de 2025 e maio de 2026.
- Pagamentos via Pix somam cerca de 4% nos setores de postos e hortifrútis.
- Cartões de crédito e débito representam 61,4% do volume total de transações no varejo.
O uso de dinheiro em espécie mantém uma presença expressiva em setores específicos do varejo físico em São Paulo, contrariando a tendência de digitalização dos pagamentos. Dados do Indicador HYPR, que analisou notas fiscais eletrônicas entre novembro de 2025 e maio de 2026, revelam que o dinheiro vivo responde por 35,5% das vendas em postos de combustível e 30,3% em hortifrútis. Esses índices superam significativamente a média de 21,5% observada no varejo paulista como um todo.
Embora o uso de dinheiro em espécie tenha registrado uma queda geral de 23,3% para 21,5% no período analisado, o hábito de pagamento físico permanece resiliente em estabelecimentos de conveniência e alimentos frescos. Em contrapartida, os cartões consolidam sua liderança no mercado, representando 61,4% das transações totais. Enquanto isso, o Pix ainda ocupa uma fatia reduzida, com aproximadamente 4% de participação tanto nos postos de gasolina quanto nos hortifrútis da região.
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