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Prisão de fuzileiro naval dos EUA por assassinato reacende protestos em Okinawa

O assassinato de uma mulher japonesa por um militar americano em Okinawa gerou novos protestos contra a presença das forças dos EUA na região.

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Foto: BBC World
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05/10 às 06:31

Pontos principais

  • O fuzileiro naval Devin Jacob Ballard foi preso pela polícia japonesa sob acusação de roubar e matar Anna Yagi.
  • A vítima foi encontrada morta em um hotel em Naha no dia 3 de outubro, com sinais de estrangulamento.
  • Okinawa concentra cerca de 70% das terras utilizadas por bases militares americanas no Japão.
  • A primeira-ministra Sanae Takaichi apresentou um protesto formal ao governo dos Estados Unidos.
  • Manifestantes em Naha e Tóquio exigem maior controle sobre a conduta de militares estrangeiros.

A prisão do fuzileiro naval americano Devin Jacob Ballard, acusado de roubar e assassinar Anna Yagi em um hotel na cidade de Naha, provocou uma nova onda de indignação em Okinawa. O crime, ocorrido em 3 de outubro, envolveu a morte da vítima por estrangulamento, fato que intensificou o histórico de tensões entre a população local e a presença militar dos Estados Unidos na ilha.

Em resposta ao incidente, a primeira-ministra Sanae Takaichi formalizou um protesto junto ao governo americano, enquanto manifestações foram registradas em Naha e Tóquio. Os protestos refletem um descontentamento antigo dos moradores de Okinawa, que abriga a maior parte das instalações militares dos EUA no Japão e frequentemente lida com episódios de violência envolvendo soldados estrangeiros estacionados na região.

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