Pentágono encerra uso de ferramentas de IA da Anthropic
Departamento de Defesa dos EUA interrompe utilização de modelos da Anthropic após classificar a empresa como risco à segurança nacional.
Pontos principais
- O Pentágono suspendeu o uso de produtos da Anthropic meses após a designação de risco à cadeia de suprimentos.
- A decisão foi motivada por preocupações com vigilância em massa e armas autônomas, segundo o Secretário de Defesa Pete Hegseth.
- A tecnologia Claude operava integrada à plataforma Maven, da Palantir, o que atrasou sua remoção total dos sistemas.
- A Anthropic moveu uma ação judicial contra a administração Trump para contestar a classificação de risco.
- O governo dos EUA mantém contratos de IA com outras empresas, incluindo OpenAI, Google e xAI.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos confirmou a interrupção do uso de ferramentas de inteligência artificial da Anthropic. A medida ocorre meses após o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, classificar a empresa como um risco à segurança nacional, citando preocupações com o desenvolvimento de armas autônomas e práticas de vigilância. Embora a ordem tenha sido emitida anteriormente, o modelo Claude ainda era utilizado em operações de inteligência até a última semana, devido à complexa integração da tecnologia na plataforma Maven, operada pela Palantir.
Em resposta à restrição, a Anthropic iniciou um processo judicial contra a administração do presidente Donald Trump para tentar reverter a designação oficial. Apesar do impasse, o governo norte-americano continua investindo em parcerias estratégicas com outras companhias do setor de tecnologia, como OpenAI, Google e xAI. Recentemente, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, reuniu-se com o presidente Trump na Casa Branca para discutir o futuro da regulação de IA no país.
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