Lucas Di Grassi defende conceito de expansão energética global
O empresário afirma que o mundo vive uma expansão energética e destaca o potencial do etanol e da tecnologia brasileira na mobilidade sustentável.
Pontos principais
- Lucas Di Grassi contesta o termo transição energética, preferindo expansão energética.
- O empresário defende a coexistência de biocombustíveis, energia elétrica, solar e nuclear.
- O Brasil é apontado como referência em matriz renovável e uso de etanol.
- Tecnologias do automobilismo estão sendo aplicadas em veículos comerciais.
- Di Grassi atua no desenvolvimento de sistemas de direção autônoma com inteligência artificial.
Durante o Global Agribusiness Festival, o empresário e ex-piloto Lucas Di Grassi afirmou que o cenário global atual deve ser definido como uma expansão energética, em vez de uma transição. Segundo ele, a crescente demanda por energia exige a integração de diversas fontes, como biocombustíveis, energia solar, nuclear e elétrica, para substituir gradualmente os combustíveis fósseis.
Di Grassi destacou o papel estratégico do Brasil, citando o etanol e a matriz renovável do país como diferenciais competitivos. Além disso, o empresário ressaltou que inovações testadas no automobilismo, incluindo softwares de direção autônoma baseados em inteligência artificial, estão sendo adaptadas para a indústria de veículos comerciais, impulsionando a eficiência e a tecnologia no setor de mobilidade.
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