Fiocruz coordenará estudos de saúde na Bacia do Rio Doce
Fiocruz liderará pesquisas sobre impactos do rompimento da barragem de Fundão na saúde de populações em Minas Gerais e Espírito Santo.
Pontos principais
- A Fiocruz foi escolhida pelo Ministério da Saúde para gerir a Rede de Pesquisas da Bacia do Rio Doce.
- O projeto conta com um orçamento de R$ 66,8 milhões provenientes do Fundo Rio Doce até 2028.
- A iniciativa abrange 49 municípios afetados pelo desastre de 2015 em Minas Gerais e no Espírito Santo.
- As ações incluem levantamentos epidemiológicos e a criação de uma sala de situação para monitoramento contínuo.
O Ministério da Saúde selecionou a Fiocruz para coordenar uma rede de pesquisas focada nos impactos do rompimento da barragem de Fundão, ocorrido em 2015, sobre a saúde das populações na Bacia do Rio Doce. O projeto será financiado pelo Fundo Rio Doce, gerido pelo BNDES, com um aporte total de R$ 66,8 milhões previstos até 2028, sendo que a primeira parcela de R$ 22,27 milhões já foi repassada para o início das atividades.
A rede de pesquisas atuará em 49 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo incluídos no Novo Acordo do Rio Doce. O plano de trabalho contempla a realização de levantamentos epidemiológicos, revisões bibliográficas e a implementação de uma sala de situação permanente, visando monitorar as condições de saúde das comunidades atingidas pelo desastre ambiental ao longo dos próximos anos.
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