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Lyft pagará US$ 272,5 milhões em acordo por roubo de salários na Califórnia

A Lyft firmou o maior acordo da história da Califórnia para encerrar um processo sobre a classificação indevida de motoristas como contratados.

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Foto: The Guardian World
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01/10 às 17:31

Pontos principais

  • O acordo de US$ 272,5 milhões encerra alegações de roubo de salários na Califórnia.
  • Mais de US$ 237 milhões serão destinados diretamente aos motoristas afetados.
  • O processo questionava a classificação de motoristas como contratados independentes em vez de funcionários.
  • O procurador-geral Rob Bonta descreveu o desfecho como uma vitória histórica para os direitos trabalhistas.

A empresa de transporte por aplicativo Lyft concordou em pagar US$ 272,5 milhões para encerrar um processo judicial na Califórnia relacionado a alegações de roubo de salários. O caso centrava-se na classificação indevida de motoristas como contratados independentes, o que privava os profissionais de benefícios e proteções garantidas aos funcionários formais. Este montante representa o maior acordo já firmado no estado para casos desta natureza, marcando um precedente significativo para a economia gig.

Do valor total acordado, mais de US$ 237 milhões serão distribuídos diretamente aos motoristas que foram prejudicados pela política de classificação da companhia. O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, celebrou o resultado como uma vitória histórica para os trabalhadores, reforçando a fiscalização sobre as práticas trabalhistas das plataformas digitais. A Lyft, por sua vez, encerra o litígio buscando evitar novos desdobramentos judiciais sobre o modelo de contratação de sua força de trabalho.

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